A igreja cristã ao longo dos séculos cristalizou a forma de adoração. É necessário templos suntuosos, bem equipados, com bancos um atrás do outro, som bem planejado, uma plataforma com um coral bem treinado. Um bom sermão e lindos cânticos congregacionais devem sempre ser a nota máxima de um culto de adoração.
Várias igrejas desenvolvem vários cultos aos domingos. Um grupo de jovens dinâmico, mas chegamos à conclusão que a estrutura e a forma litúrgica em nada diferem da tradicional realizada a cada domingo. Será esta a única forma de adorar e seguir a Jesus? Claro que não. Todos precisam de experiências diferentes na caminhada com Jesus. Estejamos sempre abertos a novas alternativas para alcançar as pessoas.
Numa igreja multi-congregacional todas as nossas experiências são culto. As reuniões tradicionais de EBD, Culto Devocional, Cultos de Celebração aos domingos à noite devem continuar. Mas precisamos estar abertos a entender que devemos oferecer experiências para todas as pessoas, de forma a ser adequada à realidade cultural, social, bem como, ao mundo que vivemos.
Como igreja multi-congregacional é fundamental entender que o desenvolvimento da comunidade, o aprofundamento espiritual e compaixão devem ser fundamentos de um cristão contextual.
RESULTADOS DE UMA IGREJA MULTI-CONGREGACIONAL
1. Consciência de que precisamos incluir novas pessoas à igreja. Esse deve ser um dos objetivos principais, pois Jesus deixou para nós a Grande Comissão.
Comunicar com pessoas que nunca entraria em um templo mas sim numa casa. Nestes casos os pequenos grupos devem ter um papel importante no modelo multi-congregação.
2. Engajar-se com aquelas pessoas que estão abertas à possibilidade de seguir Jesus, mas sentem-se desconfortáveis assumir o “crachá” de crente.
3. Proporcionar atenção especial às gerações mais jovens e adaptar-se a seus estilos desde que isso não venha obscurecer nossos valores essenciais.
4. Visualizar às portas abertas por Deus bem como providenciar oportunidades para expressar de maneiras variadas nosso modo de viver e a nossa fé.
A INCC sempre pautou seu crescimento com: Pregação bíblica, clara e contextual; envolvimento com a comunidade de forma a atender às pessoas em suas próprias realidades; uma igreja aberta, missionária e sempre flexível ao surgimento de novas alternativas ministeriais.
NOSSA MISSÃO
Somos uma igreja adoradora que ministra ao mundo por meio da evangelização e da compaixão, e encaminha os seus membros à santidade cristã.
NOSSOS VALORES ESSENCIAIS
- Somos um Povo Cristão
- Somos um Povo de Santidade
- Somos um Povo com uma Missão
Nossa missão e valores representam o que é importante para nós como uma igreja multi-congregacional. Cada valor, é um importante aspecto do que significa seguir Jesus. Portanto, cada congregação deverá integrar a missão e os valores em sua ação ministerial para que haja unidade de propósito e identidade.
Precisamos comunicar a todos que se unem a nossa igreja que o envolvimento ministerial é algo que deve estar inerente à vida de cada membro. A verdade é que precisamos criar múltiplas oportunidades para os membros e experiências que venha marcar nosso grau de convivência cristã bem como proporcionar um espírito de compaixão como estilo de vida.
Somos uma igreja multi-congregacional.
Geraldo Nunes Filho
(O material escrito é fruto de pesquisa, adaptação e reflexão sobre o tema tão importante em nosso mundo)
29 de janeiro de 2009
MARCAS DE UMA IGREJA MULTI-CONGREGACIONAL
22 de janeiro de 2009
19 de janeiro de 2009
UM MODELO: IGREJA MULTI CONGREGACIONAL
Em vez de lançar apenas novas igrejas independentes, este modelo mantém uma relação estreita, de associação e de parcerias com novas congregações;
Em vez de separar multiplicando pastores titulares e multiplicando um estilo de liderança (CEO), este modelo tem liderança compartilhada entre uma comunidade de pastores que são mentoreados e liderados por um pastor sênior.
• Um conjunto de valores, filosofia e missão;
• Uma liderança estruturada constituída por uma junta local e uma equipe de pastores liderada por um pastor sênior;
• Um único rol de membros;
• Muitos recursos comuns: pessoal, equipamento, financiamento, orçamento, escritórios, etc.;
• Um mesmo estatuto jurídico;
A nossa esperança, é manter uma ligação significativa para garantir que as relações sejam fortes e que a unidade da Igreja como um todo traz um nível de ajuda e de liderança que dá uma forte contribuição para a igreja e congregações locais.
- Uma congregação local terá um pastor e uma liderança local, bem como uma equipe que irá compartilhar de reuniões, e alguns funcionários.
- Uma congregação poderá usar vídeo na hora da pregação onde o pastor sênior ministrará a todas as congregações e o pastor local é quem vai organizar e liderar toda a liturgia e desenvolvimento da congregação local bem como acolher, e liderar o povo.
Várias Congregações:
A Igreja já não é identificada como um local centralizado na Rua tal número tal, mas com todas as suas múltiplas congregações na região. Estas congregações irão desenvolver os seus próprios sentidos de identidade local, de comunidade e de expressão;
Cada congregação pode ter o seu próprio culto e estilo, desde que acertado em reunião com o pastor sênior e sua equipe pastoral;
Cada congregação teria um sub-orçamento fixado em conformidade com o planejamento da igreja.
Geraldo Nunes Filho (Este material é resultado de pesquisa feita bem como tradução e adaptação de alguns modelos de igrejas dentro do conceito Multi Congregação.)
14 de janeiro de 2009
MPF PEDE SUSPENSÃO DE FACULDADE EVANGÉLICA EM GOIÁS.
São Paulo - O Ministério Público Federal (MPF) em Goiás deu entrada hoje na Justiça a uma ação pública, com pedido de liminar, contra a Faculdade de Teologia Evangélica da Igreja de Deus (Fateid), gerida pela Igreja de Deus no Brasil, pedindo a imediata suspensão dos termos "faculdade", "bacharelado" e "mestrado" usados pela instituição. A ação também foi ajuizada contra a União porque, segundo o MPF, o Ministério da Educação (MEC) teria se omitido ao não coibir a criação da faculdade.Para a autora da ação, procuradora Mariane Guimarães de Mello Oliveira, a instituição não é reconhecida pelo MEC e, logo, não tem o direito de oferecer um diploma de ensino superior aos alunos, induzindo-os ao erro. Na ação, o MPF pede ainda que a Fateid e a Igreja de Deus no Brasil restituam em dobro os valores pagos por alunos e ex-alunos.
A Fateid utiliza a denominação "Faculdade de Teologia" e anuncia cursos de bacharelado e mestrado que, de acordo com o MPF, são definidos apenas como cursos livres, o que não poderia fazer da instituição uma faculdade. A instituição funciona há 42 anos e prevê a formação de pastores para que trabalhem nas unidades da igreja.
A Fateid, por meio da Assessoria de Imprensa, reconhece que não oferece aos alunos diploma do MEC nem é reconhecida pelo governo como uma faculdade. Não houve explicação da assessoria, no entanto, sobre o motivo de a instituição levar no nome a palavra "faculdade".
13 de janeiro de 2009
SERVO-LÍDER OU LÍDER SERVO?
Logo comecei a entender toda a história. Na realidade Deus quer líderes servos. Homens maduros, comprometidos com o mundo, dispostos a servir com inteireza de coração. Homens que não questione as ordens de Deus e cumpra-os como o escravo (doulos) cumpre tudo que diz o seu dono.
Essa Abordagem como escreveu Sthephen Bouwhuis recebtemente no The Australian Jorunal od Public Administration, é eficaz ao lidar com questões que requerem "uma mudança na maneira de pensar de uma comunidade". Enquanto o líder visionário estabelece um plano específico a ser implementado, um líder adaptativo trabalha com sua equipe para elaborar um plano em conjunto."
Viu só que interessante? Não seria melhor a igreja abrir os olhos para este mundo pós-moderno e começar a atuar de forma a permitir que todos desenvolva seu ministério? Não seria melhor os atuais "líderes" permitirem a comunidade participar do projeto do Reino de Deus?
Eu quero desafiar a você que lê estas palavras. Procure ser um lider adaptativo. Procure levar a comunidade a mudar sua mandeira de pensar. Permita que o povo esteja com você neste processo pois eles vão sentir-se dono e aí sim, as coisas vão mudar.
Seu amigo,
Geraldo Nunes
12 de janeiro de 2009
O Livro de Filipenses- © Carl Ballard, 2000
Quero oferecer a vocês este material como ajuda para estudos bíblicos. Espero que sirva e use com proveito.
Geraldo Nunes
PRIMEIRO ESTUDO - Filipenses 1:1-26 - Introdução
Da prisão, Paulo escreve aos irmãos filipenses um apelo emocionante e encorajador para serem unidos e constantes. Saudação (1:1-2). Paulo não escreve aos seus amigos em Filipos de sua posição como apóstolo, mas sim de sua posição ao lado deles, em jugo como eles no serviço ao Senhor. Suas palavras são para todos os santos em Cristo Jesus em Filipos -- frisando a importância deles serem unidos na recepção da mensagem que ele está enviando-- mas com ênfase especial nos bispos e diáconos da congregação, cujo trabalho é de ajudar em manter os irmãos unidos e constantes no serviço do Senhor.Ele lhes deseja graça e paz de Deus; onde essas coisas abundam, a unidade e constância também abundarão.
Perguntas para estudo pessoal:
- Paulo escreveu para "todos os santos". Quem são os santos?
- Qual será o resultado se os filipenses crescerem em conhecimento e discernimento?
SEGUNDO ESTUDO- Filipenses 1:27-2:30 - A Mente de Cristo
Como o resto do mundo saberia que os filipenses eram romanos? Eles viviam como romanos. Como o mundo saberia que eles eram cidadãos do céu? Eles teriam que viver como santos: em união, amor e serviço. O Império Romano era forte, mas no fim caiu. A unidade da cidadania cristã é parte de "um reino inabalável" (veja Hebreus 12:28). A mente de Cristo (2:5-11). Para os santos filipenses servirem bem uns aos outros, deixando seus próprios desejos pelo bem comum de todos os santos, eles teriam que aprender a ser desprendidos. Muitos reinos tinham caído por causa do egoísmo e da ganância.
Mas o reino do céu estava estabelecido no serviço desinteressado aos outros. Jesus Cristo -- o próprio Rei -- veio como um servo (vs. 6-7), e serviu a toda a humanidade vivendo sem pecado e morrendo numa cruz. Se Jesus pode humilhar-se para descer do céu e servir os homens, estes podem humilhar-se para descer de seu orgulho e servir os outros.Realize sua salvação (2:12-16). A salvação é uma dádiva de Deus (veja Romanos 6:23), mas exige uma resposta por parte dos homens para a receberem. Essa resposta é obediência. Paulo encoraja-os a continuarem obedecendo, justo como tinham feito quando ele estava com eles (v. 12). Ele incita-os a obedecer "porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade" (v. 13). Quando obedecemos a Deus fielmente, ele trabalha em nós para a salvação. A obediência jubilosa e unida dos servos de Deus é "luz" num mundo escuro onde as pessoas vivem com ira e disputa, servindo só a si mesmas.
Vários exemplos (2:17-30). Paulo conclui com três exemplos de serviço desinteressado. Paulo estava feliz (vs. 17-18) por ser "oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé". Timóteo (vs. 19-24) não era como os outros, que "buscam o que é seu próprio" (v. 21), mas queria fazer as jornadas perigosas de ida e volta a Filipos para servir a Paulo e seus irmãos. E Epafrodito (vs. 25-30), "por causa da obra de Cristo chegou às portas da morte e se dispôs a dar a própria vida". Que Deus ajude todos nós a sermos um exemplo de serviço desinteressado.
Perguntas para estudo pessoal:
Qual é a resposta de Deus para aqueles que se humilham? (vs. 9-11; veja ambém 1 Pedro 5:5-6).
- As denominações buscam "União na Diversidade Doutrinária" -- uma tentativa para esquecer as diferenças entre "doutrinas" em favor da "unidade a todo custo". Qual é a diferença entre essa união e a que Paulo prega aqui? diferenças entre "doutrinas" em favor da unidade a todo custo". Qual é a diferença entre essa união e a que Paulo prega aqui?
TERCEIRO ESTUDO - Filipenses 3:1-16 - Não Confiar na Carne
"No Senhor" (3:1). A chave à nossa alegria deve estar "no Senhor" (v. 1), e não nas nossas próprias obras. Devemos estar buscando "em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça" (Mateus 6:33). Por este motivo, Paulo escreve aos filipenses mais uma vez "as mesmas coisas" que já ouviram dele em Cristo. É nossa segurança no evangelho que continuamos estudando as mesmas palavras do Senhor, ao invés de criar novos e "melhores" credos. Tudo que precisamos para sermos fiéis e piedosos já foi nos dado nas Escrituras (veja 2 Timóteo 3:16-17; 2 Pedro 1:3; Judas 3).Quando acrescentamos ou tiramos alguma coisa da vontade divina revelada, mostramos que nossa confiança está em nós mesmos e na nossa sabedoria e não na dele. A verdadeira circuncisão (3:2-3). Alguns chegaram a filipos ensinando coisas que não faziam parte do evangelho de Cristo. Falaram que os irmãos precisavam se circuncidarem e cumprirem a Lei de Moisés. Paulo explica que a circuncisão verdadeira é do espírito, e não da carne (veja Colossenses 2:11-14). É Cristo quem circuncida nosso coração e espírito quando, pela fé obediente, somos batizados nele. A falsa circuncisão tem ligação com Abraão apenas pela descendência física, mas a verdadeira circuncisão são aqueles que têm a fé de Abraão (veja Gálatas 3:7-14,26-29).Considerando tudo como perda (3:4-11).
Paulo mostra a futilidade de confiar na carne, usando o exemplo da própria vida dele. Se alguém poderia ter confiado na carne, seria Paulo. As coisas que ele conseguiu fazer, como judeu, eram notáveis. Mas, para Paulo, nada disso importava. Ele não somente considerava todas essas coisas perda, mas até as chamou de refugo. Até as maiores coisas que um homem pode conseguir aqui nessa vida não são nada quando comparadas com "a sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus" (v. 8). Paulo considerava tudo refugo para não ser tentado confiar nas coisas que ele tinha feito. Ele sabia que precisava se conformar com Cristo na sua morte (v. 10-11). Se houver algo que ameaça nos impedir de participar da ressurreição, precisamos considerar tal coisa refugo e jogá-la fora.Prosseguindo para alcançar (3:12-16).
Até o próprio apóstolo Paulo não acreditou que uma vez que ele foi salvo, foi salvo para sempre. Enquanto ele era confiante da sua salvação em Cristo, é óbvio que ele continuou cada dia a fazer o que pôde para prosseguir na luta. Ele não quis perder "o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus" (v. 14). Se Paulo tinha que batalhar todos os dias, todos os discípulos de Cristo precisam fazer o mesmo. Utilizemos o que já aprendemos em Cristo para nos ajudar a prosseguir cada dia para aprender mais de Cristo e de seu plano eterno para aqueles que o amam!
Perguntas para reflexão:
- No seu louvor, você faz coisas que não fazem parte do evangelho de Cristo revelado nas Escrituras, ou você está se esforçando para fazer "as mesmas coisas" que Paulo escreveu para os irmãos do primeiro século?
- Quais coisas que você tem feito -- até educação e profissão-- ameaçam impedir a sua vida eterna com Cristo? Mude e coloque o Senhor em primeiro lugar.
- Você está prosseguindo para alcançar quais alvos espirituais? Você está progredindo?
QUARTO ESTUDO - Filipenses 3:17-4:9- Aplicando as Lições
Um contraste de caráter (3:17- 4:1). Paulo começa aplicando as lições a si mesmo, como um exemplo aos irmãos. Ele os faz lembrar de sua caminhada como cidadão do céu, cujo Deus é o Salvador, com poder para mudar nossos humildes corpos terrestres em outros glorificados (3:21). Ele se contrasta com outros que entraram no meio deles, aqueles que servem a seus próprios desejos e paixões em vez da verdade e poder de Deus. Seu deus "do ventre" não pode dar glória eterna aos seus seguidores, mas pode somente levá-los à "perdição", que é a "glória" do ganho terrestre temporário (3:19).
É a esperança de glória celestial que fortalece os fiéis quando os infiéis caem (4:1).Responsabilidades individuais (4:2-3). A unificação do corpo de Cristo começa num nível pessoal. A igreja se compõe de pessoas que vêm de uma variedade de ambientes, com uma variedade de perso-nalidades e níveis de maturidade. Certa-mente, aparecerão diferenças de opinião entre irmãos. Mesmo o próprio Paulo tinha uma forte diferença de opinião com dois outros discípulos (veja Atos 15:36-41).
Mas, se estas diferenças espirituais forem tais que afetem nossa unidade espiritual, elas precisam ser superadas. Nossa tarefa é permanecer unidos para que possamos continuar a luta contra Satanás (veja 1:27-28). Evódia e Síntique são instruídas a superar suas diferenças, pensando "concordemente, no Senhor" (4:2). E, como o "fiel companheiro de jugo" não nomeado (4: 3), aqueles que estão unidos no Senhor deverão trabalhar duramente ajudando aqueles que estão lutando.Alegria em Cristo (4:4-7). Não é fácil estar contente no sofrimento, mas isto é o que o cristão é chamado freqüentemente a fazer.
O cristão que está lutando contra Satanás sofrerá nesta vida (veja 2 Timóteo 3:12). Mas podemos regozijar-nos, não importa quão dura seja a situação, se rego-zijamos "no Senhor". Se simplesmente nos mantivermos perto do Senhor, em oração, e pelo nosso próprio comportamento moderado, até mesmo no sofrimento poderemos conhecer a paz "que excede todo o entendimento" (4:7). Paulo está escrevendo com experiência: lembre-se, foi em Filipos que ele e Silas estavam alegremente cantando hinos a Deus mesmo depois de terem sido espancados e atirados na prisão (veja Atos 16:19-25).Como pensar (4:8-9).
Tornar-se um cristão forte envolve uma mudança completa de personalidade, do coração para fora. Para se comportar como um cristão, precisa-se pensar como um cristão. O cristão precisa pensar ativamente, e não passivamente. Paulo diz para deixar que esta coisa "ocupe o vosso pensamento" (4:8). Uma mente ociosa acolherá todo tipo de pensamentos, desde os bons até os maus; mas uma mente ativa trabalhará para controlar-se, detendo-se no que é nobre e bom, deixando fora o que corrompe. Jesus ensinou que, não somente nossos atos, mas nossos pensamentos por trás deles serão julgados no dia final (veja Mateus 5:21-32).
Perguntas para reflexão:
- Se unidade é estar "no Senhor", o que isto sugere sobre a prática de ficar tolerando diferenças doutrinárias de modo a preservar "a unidade"? (4:2).
- Quais coisas, na sua prática diária, ameaçam sua capacidade de ocupar sua mente com o que é bom? (4:8).
QUINTO ESTUDO - Filipenses 4:10-23 Gratidão e Bênção
Paulo começou sua carta agradecendo a Deus pelos filipenses (1:3). Ele encerra com agradecimento pessoal aos irmãos. A vida contente (4:10-13). Ao receber ajuda dos filipenses, Paulo se regozija grandemente "no Senhor" (4:10). Mesmo assim, ele explica que seu contentamento vem, não das coisas que ele tem nesta vida, mas em sua relação com o Senhor. O contentamento, nesta vida, é uma atitude aprendida (4:11).
Em todas as coisas que Paulo sofreu por amor do evangelho (veja 1:17; 3:4-11; 2 Coríntios 11:23-30), ele aprendeu a manter sua atenção em Cristo (veja também 2 Coríntios 12:7-10). Se aprendemos a ter Cristo como o foco de nossa vida, a nossa circunstância material perderá sua importância (4:12-13). O verdadeiro donativo (4:14-20). Ainda que Paulo não precisasse do donativo deles para ficar contente, assim mesmo ele se regozijou em recebê-lo porque eles participaram da aflição dele (4:14). Eles tinham ajudado a Paulo desde o início, quando ele saiu de Filipos para ensinar em Tessalônica (4:15-16; veja Atos 16:11-17:4 e 2 Coríntios 8:1-5).
Agora que tinham oportunidade de ajudá-lo novamente, isso significaria "fruto" para crédito deles (4:17). Eles colheriam ricas recompensas do Pai (4:19). A dádiva deles era um sacrifício pessoal, "como aroma suave, como sacrifício aceitável e aprazível a Deus" (4:18). Não é o objeto do sacrifício que dá a suave fragrância a Deus, mas o coração daquele que faz o sacrifício. Os corações dos filipenses eram suaves para Deus, em seu abundante amor para com Paulo. Essa generosidade é o modelo para os cristãos de hoje. Eles não deram esperando receber bênçãos em retribuição. Não deram porque era algo que "a igreja" exigia.
Eles deram com ânimo e de coração, sabendo que sua dádiva estava indo para a divulgação do evangelho e que "Deus ama a quem dá com alegria" (2 Coríntios 9:7). Saudações e bênçãos (4:21-23). Nosso amor genuíno de uns pelos outros e nosso cuidado com a unidade no corpo de Cristo devem compelir-nos a ver uns aos outros assim como Cristo nos vê. Podemos saudar nossos irmão "em Cristo Jesus", se há lutas entre nós? (veja 4:2-3). Temos que humilhar-nos e abandonar nossas diferen-ças pessoais para ajudar uns aos outros chegar ao céu. Isso é exatamente o que Jesus fez por nós (2:5-11).
Paulo envia saudações de todos os irmãos que estavam com ele (4:21-22). Os filipen-ses haviam ajudado a levar o evangelho até aqueles da casa de César, que se lembravam deles com amor. Em tudo isto, a graça do Senhor é óbvia. Paulo começou sua carta desejando-lhes a graça do Senhor, e encerra-a com o mesmo desejo (4:23). Onde abunda a graça do Senhor, haverá paz, unidade, e força para superar as tentativas de Satanás a destruir os servos de Deus (veja 2 Coríntios 12:9-10).
Perguntas para mais estudo:
Através de toda a sua carta aos filipenses, Paulo estava agradecido por quais coisas? Pelo que você é agradecido (Qual é o seu foco)?
- Deus aceita todos os sacrifícios? Como é possível fazer um sacrifício a Deus que não lhe agrada? (Veja Isaías 1:11-14; Jeremias 7:21-23; Mateus 7:21-23; 15:7-9).
- Se amamos a Deus, qual será nossa atitude para com o povo por quem ele morreu para salvar?
Ser coerente...
Em 1980, cheguei ao Seminário Nazareno em Campinas para estudar Teologia. Foi um ano especial. Tudo havia caminhado de forma a ver Deus atuando de forma especial. A partir deste ano iria ver momentos de muitas lutas mas com certeza muitas vitórias.
Foi o ano que conheci minha esposa. No nosso primeiro contato quando a pedi para namorar ela afirmou de forma categórica: Eu não vim ao Seminário à procura de esposo. Eu vim porque o Senhor chamou-me para pastorear.
Eu pensei: Caramba que garota decidida. Com seus 18 anos já é assim? Imagina com mais experiência! Pensei! Não quero casar com pastora. Mas o tempo passou e comecei a ver quem era essa menina decidida. Era com ela que iria viver os melhores anos da minha vida.
Vi nela: Determinação, arrojo, chamado de Deus, compromisso com a obra, disposição para servir, desejo de ser mãe e pastora. Enfim, vi um ser que queria amar com profundidade. Não pude hesitar. A pedi em namoro e já se vão 28 anos juntos. E sem arrependimento!
Logo que saímos do Seminário fomos a Contagem, Ituiutaba, Brasilia, Campinas, Equador, Campinas e sempre com a mesma mulher. Nunca mudou de cara. Nunca disse não para os projetos de Deus. E confesso sempre decidida a ser uma mulher de Deus. E assim foi, e é.. Waner minha esposa.
Sábado passado, depois de 18 anos, ela recebeu mais uma Licença Distrital. Foi a sexta! A atitude da Assembléia em aprovar sob a influência de expressões de júbilo de palmas do plenário foi coerente e justa. Quase a maioria dos presbíteros e Ministros Licenciados que ali estavam como delegados haviam sido seus alunos em matérias no Programa do ETED. Mais que justo voltar a conceder-lhe esta licença.
E para alegria do meu coração eu fui o secretário que assinou sua licença. Depois de um relatório emocionado pude proferir seu nome bem pausado e romanticamente dizendo: WANER MAIA TORRES NUNES. E a mesa pediu ao plenário uma moção romântica de acentação que foi secundada com muito romantismo pelo Pr. Jocymar Fonseca que fez questão de ter seu nome no livro de atas.
Foi um momento especial para mim como esposo e secretário distrital.
Ela merece! Ela merece! Ela merece......
Minha pastora: Waner Nunes - ela sempre cuida de mim.
Geraldo Nunes
Estou voltando.... Voltei!!!!!

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