29 de agosto de 2008

Formatura em Cabo Verde!!

Passar um ano cumprindo exigências acadêmicas não é fácil. Ainda mais quando temos nossos compromissos ministeriais dos mais variados possíveis. Já pensou pessoas que já passaram mais de 20 anos sem sentar num banco de uma escola e voltar para que com outros possam voltar a refletir, propor, articular, conceituar, paradigmatizar, orar, desafiar-se, enfim permitir que o Reino seja estabelecido de forma contextual em seus corações.



Foi isso que aconteceu com os pastores cabo verdianos. Eles se superaram!!! Foram além do que esperávamos.




Quero parabenizar a todos pela forma com que aparesentaram seus TCC´s. Que coisa impressionante! Me desafiaram a escrever também um artigo para que sirva de apresentação de alguns trabalhos que deverão ficar marcados em um livro. Esperem! Vocês vão vera obra de vocês sendo divulgadas pelo mundo. Vocês devem continuar acreditando que de Cabo Verde veremos muita coisa acontencendo. Vocês podem fazer diferença nestas ilhas!



Cabo Verde passa por um momento especial. E isto não é devido a ida do Seminário do Brasil. Mas principalmente devido a abertura de olhos de vocês. Vocês podem imaginar quando este país tiver 200 jovens se preparando para o ministério? Que impacto será? Vocês pode imaginar quando uma Universidade Nazarena estiver com portas abertas para os líderes se preparararem? Ah! vai ser muito 10!!!!

Portanto, preparem-se para a grande colheita. Mas continuem preparando-se!!! Quem sabe o que planta, colhe o que quer!!! E vocês estão plantando gente!!!!!

Do cabo verdiano/brasileiro

Geraldo

28 de agosto de 2008

Limites na educação

MINHA SUGESTÃO

Vou colocar este artigo apesar de não ser totalmente meu pensamento e aprovar tudo. Mas creio que é muito interessante para que nós, pais, possamos refletir um poquinho. Se você quiser discutir pode fazê-lo ,estou com vontade de refletir o tema.





Geraldo



Limites na educação

“Os pais só procuram aprender alguma coisa quando estão no sufoco e tudo está difícil“
A juventude não está perdida, mas sem limites. As mudanças na educação nos últimos anos contribuíram para o surgimento de uma geração de crianças tiranas e de adolescentes folgados. Essa é a opinião do psiquiatra e psicoterapeuta Içami Tiba, de 64 anos, que já vendeu mais de 1,2 milhão de livros sobre o assunto, e esteve em Belo Horizonte na semana passada para lançar Adolescentes: quem ama, educa!, da Integrare Editora, espécie de continuação do best-seller Quem ama, educa!, lançado em 2003.
Com 37 anos de carreira, Içami Tiba é autor de 16 livros, com edições lançadas na Itália, Portugal e Espanha. Em entrevista ao caderno Bem Viver, ele afirma que os pais precisam amadurecer para educar os filhos e alerta que as famílias devem se informar e se preparar, impedindo que os relacionamentos cheguem a um ponto em que o diálogo não seja mais possível.

Entrevista de Içami Tiba


Em geral, os pais têm certeza de que amam os filhos e de que os estão educando. Isso não é verdade?
Os pais não estão educando. Eles ainda têm a antiga concepção de que quem ama cuida, perdoa e provê. Mas educação é mais que isso. Educação é preparar o futuro cidadão e trabalhador. E isso começa dentro de casa. Ninguém quer contratar uma pessoa que age todo o tempo como um adolescente. Ensinar cidadania dentro de casa é mostrar que todos os integrantes da família devem ser tratados com respeito. A família não pode ter um provedor que deixa o filho fazer tudo. Os pais precisam crescer. O amadurecimento, nesse caso, não é só do jovem, mas de todo mundo. Atualmente, os filhos não estão muito educados e isso é perceptível, por exemplo, do ponto de vista financeiro.

O consumismo é exagerado?
Os filhos são “gastões” e não fazem idéia de quanto as coisas custam. Ao sustentar os filhos por muito tempo, os pais mostram a vontade de dar tudo àquilo que podem. Isso não é errado, mas é preciso exigir que os filhos produzam o que são capazes. O desenvolvimento da personalidade baseado no amor é simples. Para o bebê, o pai dá amor gratuitamente. O filho pequeno deve ser ensinado. A terceira etapa, que é a da adolescência, deve ser a de exigência. O pai tem que exigir que o filho faça o que sabe fazer. E a falha, em geral, está aí. Na fase em que os pais deveriam exigir alguma coisa, eles querem continuar dando.

Quais as diferenças entre os limites impostos aos adolescentes hoje e antigamente?
A diferença é que está faltando limite. Vamos tomar como referência a geração hippie. Os pais dos hippies eram patriarcas, com excesso de limites. Quando os hippies deixaram de ser hippies e se casaram, não quiseram repetir aquele modelo de autoridade. Não havia limite e nem cobrança. Os filhos ficaram bonzinhos, mas eram pouco competentes e sem ter com o que contribuir. Agora surgiu a geração dos folgados e dos tiranos. Além de não dar limites, os pais se tornaram credores das culpas que sentem por trabalhar fora. A mãe dá tudo para o filho, até o que não pode. E os filhos se acham no direito de cobrar o que desejam, mesmo que os pais não tenham condições de dar. As crianças com até 10 anos, hoje, são ferozes cobradoras dos pais. Os pais, por sua vez, se submeteram.


Até que idade o filho pode ser corrigido e punido?
Em cada idade, temos trocas e negociações. Não há nada determinado, porque o homem é um ser inteligente e criativo, que pode mudar o rumo de sua história. Não adianta terceirizar a educação. Também não adianta punir ou castigar. O castigo é um método vertical. É preciso conversar. No entanto, os pais precisam estar dispostos a mudar, a se preparar e a estar por dentro do que acontece no mundo. Diálogo não é conseguir que meu filho faça o que quero, mas é construir. E a correção deve estar sempre relacionada àquilo que a criança ou jovem fez. Se o filho bateu no irmão, deve ser obrigado a fazer o curativo. Tirar a mesada não vai resolver. Cortar o tempo disponível para o computador ou o videogame também não é saída. O que o pai pode fazer é conversar com o filho que vai mal na escola, por ficar muito tempo na frente do computador, e combinar que o tempo dedicado ao equipamento será reduzido até que as notas melhorem. Nada é definitivo. Alguns pais ficam bravos e dizem: “Nunca mais você vai ver televisão”. No dia seguinte, a criança está lá, vendo tevê do mesmo jeito.

E quando o diálogo em casa parece não resolver?
Para que o diálogo aconteça dentro de casa é preciso que os relacionamentos sejam saudáveis. É como uma casa desarrumada. No dia da faxina, é preciso começar pelo que é mais fácil. Quem começa pelo mais difícil não dá conta de chegar ao fim. E, em geral, os pais só procuram aprender alguma coisa quando se sentem no sufoco e tudo está difícil demais. A educação é um processo lento e progressivo.

Por todas essas questões, você acredita que a juventude de hoje está perdida?
Não acho. Os pais começaram a se ausentar de casa por causa do trabalho. Então, muitas crianças já nascem quando eles estão longe. Elas estão acostumadas. Mesmo assim, é preciso lembrar que as crianças com até 10 anos precisam da presença de adultos, mesmo que sejam avós ou babás. Quanto aos adolescentes, não é que eles não saibam o que querem. O que eles não têm é força para se expressar. Não há nada que os una ou os identifique. Eles estão meio que sem nome próprio. Muitos estudam, mas têm dificuldades em continuar com essa atividade. Outros não têm responsabilidade. Estudar é difícil porque requer esforço. E todo jovem quer ser rico ou ficar rico rapidamente. Alguns pensam até em viver sem trabalhar. Eles não têm noções de responsabilidade. Como há quem sustente, tudo está fácil demais. Com isso, eles ficaram sem objetivo e sem responsabilidade.

Como lidar com os filhos que chegaram às drogas?
Essa geração foi educada para usar drogas. Os pais dão tudo para o filho, sem que ele precise fazer o que quer que seja. Assim, a droga vira um prazer, cuja responsabilidade é assumida pelos pais. Muitos jovens acham que usam drogas porque querem e que são capazes de parar quando desejarem. O estilo de vida que os pais têm oferecido leva o jovem a querer uma vida fácil. E a droga é exatamente isso: a vida aparentemente fácil. Com o alcoolismo é assim. O comercial de cerveja faz a bebida parecer um refrigerante. Ninguém bebe demais e vomita. Todos estão sempre alegres. Na vida real não é assim. Só que os jovens não conseguem perceber isso. Sentam no barzinho da esquina em bancos desconfortáveis e bebem uma cerveja que nem está tão gelada. O comercial está longe da realidade. Mas o que tem sido mostrado leva os jovens a acreditarem que estão no mundo para curtir. Não há uma fórmula ou uma medida única para resolver um problema desse tipo. O que vai resolver é a educação e o preparo dos pais para lidar com os filhos.

Os pais devem vigiar os filhos que estão bebendo e usando drogas?
Hoje, a vigilância dos pais não adianta. Os jovens têm ido para lugares onde o controle precisa estar mais dentro deles. Se o filho está bebendo, o pai precisa suspender benefícios. E é preciso deixar claro, custe o que custar, que isso não será admitido. Não há argumentos aceitáveis. Se o pai flagrar o filho usando drogas precisa cortar privilégios. E eles só serão retomados quando o filho abandonar o vício. O grande problema é que os pais não têm coragem de checar os filhos. Então, eles dão um aperto escandaloso quando descobrem o problema e depois relaxam. O choque não é descobrir que o filho usa droga, mas saber que ele não é capaz de cumprir a promessa de que vai abandoná-la. É preciso ter em mente que a droga faz com que a pessoa não seja mais confiável. Então, não tem negociação. É proibido usar e pronto! Existem dois pontos em que os pais têm que ser radicais: os filhos não podem usar drogas e têm que estudar.

Ainda hoje funciona proibir que o filho ande em má companhia?
Isso é ignorância dos pais. O filho anda com quem se sente bem. Ele não escolhe entre o bom e o ruim. Se o filho anda com más companhias, não adianta afastá-lo. É preciso tratá-lo, porque ele também é má companhia para o filho dos outros. No grupo todos são iguais. É bobagem o pai acreditar que o filho é um débil mental, que fica copiando o comportamento dos outros. A verdade é que ele quer ser igual. E não são os outros que o obrigam a copiar comportamentos. Os pais precisam se conscientizar de que os filhos querem aquilo. E se o filho anda com quem o pai não aprova é porque a família está sendo uma companhia ainda pior. Não adianta tentar resolver isso por instinto. O pai tem que se preparar para ser um educador. Ele precisa entender por que as coisas mudam e tentar ser um bom companheiro

O pai pode ser o melhor amigo do filho?
É ilusão e conversa fiada o pai pensar que o adolescente vai escolhê-lo como melhor amigo. Pai não vai para a balada e não fuma junto. O pai pode até ser herói, ser responsável e ter um bom relacionamento com o filho, mas não tem que ser necessariamente amigo. É preciso ser pai. E isso é bem diferente. O amigo nem sempre faz o que precisa ser feito.

Conselhos de Paulo aos jovens pastores - Elben Lenz César

Meus prezados amigos. Lendo o artigo abaixo cri que seria muito importante para aqueles que lêem este blog. Portanto, quero compartilhar para que sirva de avaliação, e que seja colocado em prático.

Além das nove cartas gerais aos romanos, coríntios, gálatas, efésios, filipenses, colossenses e tessalonicenses e da carta pessoal a Filemon, Paulo escreveu três cartas pastorais, duas a Timóteo e uma a Tito. Ambos são tratados como “verdadeiros filhos na fé” (1Tm 1.2; Tt 1.4).

Nessas cartas pastorais, há dezenas de exortações. Os verbos sempre estão no imperativo, como, por exemplo: “Combata o bom combate”, “Exercite-se na piedade”, “Fortifique-se na graça”, “Pregue a palavra”, “Seja moderado” etc. Se você fizer um arranjo classificado desses imperativos, encontrará dez exortações básicas.

1. Cuidado com a saúde
“Não continue a beber somente água; tome um pouco de vinho, por causa do seu estômago e das suas freqüentes enfermidades” (1Tm 5.23)

2. Cuidado com a vida devocional
“Exercite-se na piedade. O exercício físico é de pouco proveito; a piedade, porém, para tudo é proveitosa” (1Tm 4.7-8). “Fortifique-se na graça que há em Cristo Jesus” (2Tm 2.1).

3. Cuidado com a sexualidade
“Trate as moças como a irmãs, com toda a pureza” (1Tm 5.2). “Conserve-se puro” (2Tm 5.22).
“Fuja dos desejos malignos da juventude” (2Tm 2.22).

4. Cuidado com o exemplo
“Seja um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza” (1Tm 4.12). “Dedique-se inteiramente a elas [à leitura pública das Escrituras, à exortação e ao ensino], para que todos vejam o seu progresso” (1Tm 4.15). “Busque a justiça, a piedade, a fé, o amor, a perseverança e a mansidão” (1Tm 6.11). “Guarde este mandamento imaculado e irrepreensível, até à manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Tm 6.14).
“Em tudo seja você mesmo um exemplo para eles, fazendo boas obras” (Tt 2.6).

5. Cuidado com a moderação
“Seja moderado em tudo” (2 Tm 4.5). A prática do equilíbrio é a arte de se aproximar o máximo possível da medida certa no tempo certo, pelo acurado exercício do bom senso e sob a orientação da Palavra de Deus em seu todo e do Espírito Santo. Moderação nunca é neutralidade, hesitação contínua, passividade, medo de riscos, desejo de agradar uns e outros ou fuga da responsabilidade. Ao contrário do que se pensa, a moderação em geral é a mais trabalhosa e a mais criticada das posições, pois não conta com o apoio das multidões que se encontram num extremo e no outro. A falta de moderação cria divisões na igreja, dá à luz movimentos heréticos, gera fanatismo e produz falsos profetas.

6. Cuidado com o sofrimento
“Suporte os sofrimentos” (2Tm 4.5). Não atraia o sofrimento. Não o hospede. Não se entregue. Não se irrite. Não brigue com Deus. Ore mais intensamente (Tg 5.13; Lc 22.44). Aguarde o socorro do Senhor. Aproveite o sofrimento próprio para entender o sofrimento alheio, para pastorear melhor os que sofrem. Tire outros proveitos do sofrimento para você mesmo e para os outros.

7. Cuidado com a doutrina
“Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade” (2Tm 2.15). “Atente bem para a sua própria vida e para a doutrina” (1Tm 4.16). “Rejeite as fábulas profanas e tolas” (1Tm 4.7).
“Retenha o modelo da sã doutrina que você ouviu de mim” (2Tm 1.13). “Permaneça nas coisas que aprendeu e das quais tem convicção” (2Tm 3.14). “Fale o que está de acordo com a sã doutrina” (Tt 2.1). “Quero que você afirme categoricamente essas coisas, para que os que crêem em Deus se empenhem na prática de boas obras. Tais coisas são excelentes e úteis aos homens” (Tt 3.8).

8. Cuidado com o pastoreio
“Não repreenda asperamente o homem idoso, mas exorte-o como se ele fosse seu pai; trate os jovens como a irmãos; as mulheres idosas, como a mães” (1Tm 5.1). “Não aceite acusação contra um presbítero, se não for apoiada por duas ou três testemunhas” (1Tm 5.19).
“Procure observar essas instruções sem parcialidade; e não faça nada por favoritismo” (1Tm 5.21). “Não se precipite em impor as mãos sobre ninguém e não participe dos pecados dos outros” (1Tm 5.22). “Evite as controvérsias tolas e inúteis, pois você sabe que acabam em brigas. Ao servo do Senhor não convém brigar mas, sim, ser amável para com todos” (1Tm 2.23-24).

9. Cuidado com a mensagem
“Se você transmitir essas instruções aos irmãos, será um bom ministro de Cristo Jesus, nutrido com a verdade da fé e da boa doutrina que tem seguido” (1Tm 4.6). “Dedique-se à leitura pública da Escritura, à exortação e ao ensino. Não negligencie o dom que lhe foi dado por mensagem profética com imposição de mãos dos presbíteros” (1Tm 4.13-14). “As palavras que me ouviu dizer na presença de muitas testemunhas, confie-as a homens fiéis que sejam também capazes de ensinar outros” (2Tm 2.2). “Faça a obra de um evangelista” (2Tm 4.5).
“Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina” (2Tm 4.2).

10. Cuidado com a centralidade de Jesus Cristo na proclamação das boas notícias
“Lembre-se de Jesus Cristo, ressuscitado dos mortos, descendente de Davi, conforme o meu evangelho” (2Tm 2.8). A Ceia do Senhor é o elo de ligação entre o Jesus da Paixão e o Jesus da Glória, entre o primeiro e o segundo adventos. É para comer o pão “em memória de mim” (1Co 11.24). É para beber o vinho “em memória de mim”(1Co 11.25). Várias vezes, muitas vezes, “até que Ele venha” (1Co 11.26).

É para lembrar não do Jesus histórico, mas do Jesus das boas notícias. Do Verbo que “tornou-se carne e viveu entre nós” (Jo 1.14). Daquele que “esvasiou-se a si mesmo” e foi encontrado “em forma humana” (Fp 2.7-8). Daquele que foi chamado de Emanuel, que significa “Deus conosco” (Mt 1.23). Daquele que é a imagem visível “do Deus invisível” (Cl 1.15, Jo 14.9). Daquele que “é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser” (Hb 1.3). Daquele que rasgou ao meio o véu do santuário (Lc 23.45). Daquele que assentou-se à direita da Majestade nas alturas “depois de ter realizado a purificação dos pecados” (Hb 1.3). Daquele que abriu o livro selado com sete selos e desemperrou a história da redenção (Ap 5.1-5). Daquele que foi exaltado “à mais alta posição” e recebeu “o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” (Fp 2.9-11).

É para lembrar da concepção sobrenatural de Jesus, de sua natureza divina e de sua natureza humana, de sua “imatabilidade” (Jo 10.18), de seu sacrifício vicário, de sua ressurreição, de sua ascensão, de seu ministério atual de colocar todos os poderes e estruturas adversos à criação e ao bem-estar do ser humano debaixo de seus pés (1Co 15.25), de sua volta “com poder e grande glória” (Mt 24.30), de seu espetacular triunfo sobre a morte, “a angústia básica de todo ser humano” (Ana Maria de Souza Barbosa), “a grande neurose de todo ser humano” (Roberto Chabo), “a mais fria anti-utopia” (Bloch)!

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site http://www.institutojetro.com/ e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com

25 de agosto de 2008

Ambição Pastoral: o Sucesso pode esvaziar nossas almas - Kent Carlson

Há mais de seis anos, a Igreja de Oak Hills, em Folson, Califórnia (EUA), trocou seus métodos de marketing religioso pela busca da edificação espiritual e do aprofundamento das relações comunitárias entre os membros. Desiludidos com o estilo consumista de grande parte do movimento evangélico hoje (descobrir o que o povo quer e oferecer-lhe com qualidade para que sempre venha buscar mais) e com as estruturas de células das mega-igrejas (que geram muita burocracia e relacionamentos artificiais que não funcionam), a liderança de Oak Hills começou a perguntar: “Se Deus não aparecesse no nosso meio, como iríamos saber?”
“Éramos tão bons em dirigir a igreja que Deus podia se ausentar totalmente, e ainda continuaríamos crescendo”, diz Kent Carlson, um dos dois pastores titulares de Oak Hills. “Então resolvemos buscar uma outra forma de viver a igreja, de tal forma que se Deus não aparecesse, estaríamos em grandes apuros.”
“Estamos no processo de buscar a experiência da transformação de Deus em nossas próprias vidas”, diz Carlson, “e de simplesmente convidar outras pessoas para nos acompanhar. Realmente não sabemos como fazer isso e nem sabemos se é possível fazê-lo numa igreja grande – mas, neste momento, estamos no meio desta aventura.”
“Sentimos que devíamos centrar nossa igreja nos feridos e naqueles que são os mais necessitados de todos no nosso mundo”, continua Carlson. “Você ensina aos outros o que sabe, mas reproduz o que você é. O importante é prestar atenção no que você está se tornando.”
Um dos aspectos mais importantes do ministério, de acordo com Carlson, é cuidar de sua própria alma. “Há uma síndrome intoxicante e espiritualmente perigosa nas igrejas que alcançaram grande sucesso, que faz com que você seja levado pelo simples entusiasmo e pelo sucesso do que está fazendo, sem perceber o que está acontecendo com sua alma”, ele diz.
Hoje, a liderança de Oak Hills está satisfeita com a mudança radical que adotou, apesar do redemoinho que provocou e da perda de milhares de membros. Kent Carlson discute neste artigo a mudança dos valores pastorais ocorrida nas últimas décadas e o processo que levou os líderes da igreja a encarar a ambição como um valor positivo e não como pecado.
Quero falar sobre ambição pastoral. E confesso-me apreensivo ao abordar esse tema.
Há alguns anos, graças ao "sucesso" de nossa congregação, fui convidado a ingressar no seleto e elitizado grupo de dirigentes de mega-igrejas, mentoreado por um dos mais talentosos e bem-sucedidos pastores do país. Foram dias inebriantes para mim. Vi meu nome ao lado de algumas das estrelas de primeira grandeza dentro da vasta subcultura eclesial. Senti-me importantíssimo.
Ao final da conferência, fui para o aeroporto na companhia de um pastor que se situava no extremo inferior da cadeia alimentar desse grupo de reverendos de grande porte. O homem era um poço de insegurança, mas possuía suficiente autenticidade para admitir sua condição para mim. Fazia três anos que iniciara sua igreja e só conseguira 750 pessoas freqüentando seus cultos! Achava que ainda não tinha o direito de juntar-se àqueles gigantes. Mesmo naquela época, no auge da minha avassaladora ambição, lembro-me de ter pensado: alguma coisa devia estar errada em nossa cultura eclesial, para um pastor como aquele se sentir inseguro.
Durante as três últimas décadas, alguma coisa fez a ênfase de nossa ética pastoral dar uma guinada da fidelidade para a produtividade e o sucesso. E isso fez arder a fogueira de nossa ambição. O que não é de surpreender, dada a natureza da nossa cultura ocidental. Assim como não me surpreenderá a ferocidade da guerra que teremos com a ambição, uma vez que a tendência à egolatria inoculou cada um de nós. Somente me pergunto por que um assunto de tal magnitude nunca é tratado com maior intensidade na mídia evangélica. Seria tão alentador vermos nossos líderes cristãos em uma mesa redonda admitindo que lutam com esse problema e que muitas vezes é sua verdadeira motivação no ministério. Todos nós sabemos que a ambição está presente ali. Se ao menos pudéssemos falar dela com honestidade...
A ambição pastoral não é um problema recente. Paulo, na carta aos Filipenses, diz para nada fazermos "por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros" (Fp 2.3, NVI).
Grandes líderes espirituais, ao longo dos séculos, insistiram enfaticamente com esse tema. Por exemplo, o teólogo puritano Richard Baxter o expressou da seguinte forma: "Vigiai para que, movidos pela pretensa diligência ao vosso chamado, não vos torneis carnais e excessivamente cuidadosos de vossas ambições de sucesso mundano".
É com grande apreensão que abordo este assunto. Não há como discorrer sobre ambição pastoral sem dar a impressão de estar julgando os outros, e ponho logo em mim essa carapuça. Afinal, quem sou eu para conhecer os pensamentos e intenções que moram no coração de outra pessoa? As motivações internas que nos dirigem formam uma confusa teia em que entram tanto a sinceridade quanto a preocupação egoísta, a nobreza de caráter e o narcisismo. Estamos, portanto, em uma briga de foice no escuro, onde a qualquer momento podemos ser alvejados por mentes preguiçosas ou simplistas, que sentem prazer em transformar os que delas discordam em bonecos de papelão, para melhor rasgá-los publicamente.
Devo declarar também, com toda clareza, que prefiro seguir um pastor ambicioso a um preguiçoso. Acho melhor acompanhar quem quer mudar o mundo do que quem só deseja atirar pedras. E, embora haja muitos pastores à frente de ministérios frutíferos que são apaixonados, sinceros, famintos por Deus e inquestionavelmente íntegros, não posso deixar de fazer a pergunta a cada um de nós: nossa ambição vem de Deus?
Há mais de 20 anos, freqüento conferências sobre liderança e crescimento na igreja. Tenho observado como ficamos avaliando uns aos outros, procurando saber quem tem mais membros, a maior equipe, o maior orçamento, a maior propriedade. O segredo que cada um de nós carrega, e não revela a ninguém, é que queremos ganhar o jogo de "quem tem a maior igreja". Ou, pelo menos, dar uma boa demonstração de grandeza. Estou convencido, por experiência própria, e também por ter perscrutado atentamente as trevas do meu próprio coração, que se aqueles pensamentos que surgem repentinamente no nosso íntimo aparecessem visivelmente em balões por cima de nossas cabeças, cairíamos todos de joelhos em profunda vergonha e arrependimento.
Estou convencido também de que a ambição pastoral e uma ética pastoral centrada em produtividade e sucesso terão um efeito devastador sobre nossas almas e sobre as almas das nossas ovelhas. Acredito que haja um caminho melhor; esse caminho, porém, requer que confrontemos diretamente os nossos corações ambiciosos e que estejamos prontos a morrer para essas ambições. Precisamos nos tornar peritos em detectar o mau odor da ambição pessoal e fugir dela como se o futuro da igreja dependesse disso. E creio mesmo que dependa.

Traduzido e publicado de “Leadership Blog, Out of Ur”, 3/10/2006 (blog.christianitytoday.com/outofur), com permissão de Christianity Today International, Carol Stream, Illinois USA (www.christianitytoday.com)

Atualizei o Blog

Finalmente voltei à terra!! Com certeza volto impactado com tudo que experimentei, saboreei e vi com meus próprios olhos. Volto com a certeza de que a melhor coisa que pode acontecer na vida de um homem é quando ele pode SERVIR.

Realmente nada temos nesta terra. A não ser o objetivo com o qual fomos criador: Servir a Deus e ao próximo e quando cumprimos existe realização em nossos corações e acima de tudo GLORIFICAMOS A DEUS. Pois o que importa é adorá-lo.

Hoje atualizei o blog. Espero que desfrutem das 21 Leis Irrefutáveis da liderança. Todas estão no blog. Basta você pesquisar.

Quanto a Cabo Verde vou escrever assim que tiver fotos. Aguarde amanhã.

PG

LEI Nº. 21 - A LEI DO LEGADO

É na sucessão que se revela o valor duradouro do líder

EXEMPLO: JESUS
TEXTO: MATEUS 4:19; MATEUS 28:19

O maior milagre de Jesus não foi realizado enquanto Ele andou aqui na terra. Foi resultado de incontáveis horas de treinamento e exemplo modelado aos Seus doze discípulos—e realizado quando Ele partiu, deixando-lhes a instrução de irem e de praticarem a mesma arte de tutela e liderança. O milagre foi que Ele levou aqueles quase fracassados a reproduzir Seu milagroso ministério, de tal forma que alcançaram a Ásia dentro de dois anos (Atos 19:10). Jesus passou a maior parte do seu tempo com os doze--não com as massas. Ele estada empenhado em desenvolver homens que conduziriam a igreja à geração seguinte—homens com quem eu e você não perderíamos nosso tempo. Jesus sabia onde seria encontrado o seu legado. Seu génio não está nos Seus divinos milagres, ou mesmo no seu ministério direto. Achou-se na Sua deliberada multiplicação.

OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...

IDEIA de Jesus sobre discipulado e deixar um legado:

I – INSTRUÇÃO... num contexto relacionado à vida.

“Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte, e como se sentasse, aproximaram-se seus discípulos. E Ele passou a ensina-los... (Mateus 5:1)

“De uma feita estava Jesus orando em certo lugar; quando terminou, um dos seus discípulos lhe pediu: Senhor, ensina-nos a orar...” (Lucas 11:1)

D – DEMONSTRAÇÃO... num contecto relacionado à vida.

“Depois de lhes ter lavado os pés, perguntou-lhes: Compreendeis o que vos fiz?Vós me chamais Mestre e o Senhor, e dizeis bem: porque eu o sou. Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns aos outros. Porque eu vos sei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.” (Mateus 17:18-21)

E – EXPERIÊNCIA... num contexto relacionado à vida.

“Chamou Jesus os doze e passou a envia-los de dois a dois, dando-lhes autoridade sobre os espíritos imundo...” (Marcos 6:7)

“E tomando os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos para os céus, os abençoou, partiu e deu aos discípulos para que os distribuissem entre o povo. (Lucas 9:16)

A – AVALIAÇÃO... num contexto relacionado à vida.

“E Jesus repreendeu o demónio, e este saíu do menino; e desde aquela hora ficou o menino curado. Então os seus discípulos , aproximando-se de Jesus, perguntaram em particular: Por que motivo não pudemos nós expulsa-lo? E Ele lhes respondeu: Por causa da pequenez da vossa fé... mas esta casta não se expele senão por meio de oração e jejum.” (Mateus 17:18-21)


PARA DEIXAR UM LEGADO, JESUS EMPREGOU DOZE FATORES:


1. INICIATIVA (Lucas 6:12-13)

...Retirou-se para o monte a fim de orar, e passou toda a noite orando a Deus. E quando amanheceu, chamou a si seus discípulos e escolheu doze dentre eles...

2. PROXIMIDADE (Marcos 3:14, Lucas 8:1)

Então designou doze para estarem com Ele...

3. AMIZADE (João 15::15)

Já não vos chamo servos... mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado conhecer.

4. EXEMPLO (João 13:15)

Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.

5. COMETIMENTO (Mateus 16:24, João 13:1)

Jesus... tendo amado os seus discípulos que estavam no mundo, amou-os até ao fim.

6. RESPONSABILIDADE (Marcos 6:7)

Chamou Jesus os doze e passou a enviá-los de dois a dois, dando-lhes autoridade sobre os espíritos imundos.

7. CONHECIMENTO (Lucas 8:9-10)

E os discípulos o interrogavam dizendo: Que parábola é esta? Respondeu-lhes Jesus: A vós vos é dado conhecer os mistérios do reino de Deus...

8. VISÃO (Mateus 4:19, João 4:35)

Vinde após mim e eu vos farei pescadores de homens.

Não dizeis vós que ainda há quatro meses até à ceifa Eu, porém, vos digo: Erguei os vossos olhos e vede os campos, pois já branquearam para a ceifa.

9. CONFIANÇA (Mateus 10:1-8)

Tendo chamado os seus doze discípulos, deu-lhes Jesus autoridade sobre os espíritos imundos para os expelir, e para curar toda sorte de doenças e enfermidades. E à medida que seguirdes, pregai...curai enfermos...ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demónios; de graça recebeste, de graça dai.


10. AVALIAÇÃO (Lucas 10:17-24)

Então regressaram os setenta, possuídos de alegria, dizendo: Senhor, os próprios demónios se nos submeteram pelo teu nome! E ele lhes disse: Eu via Satanás caindo do céu como um relâmpago. Eis aí vos dei autoridade para pisardes serpentes e escorpiões, e sobre todo o poder do inimigo, e nada absolutamente vos causará dano. Não obstante, alegrai-vos... por vossos nomes estarem arrolados nos céus.

11. PODER (João 20:22, Atos 1:8)

E, havendo dito isto, soprou sobre eles, e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.

Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhastanto em Jerusalém,como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.

12. LANÇAMENTO (Mateus 28:18-20)

Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações...

A LEI EM ESCRITURA...

Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo; e ensinando-os a guardar todas as cousas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século. (Mateus 28:19-20)
Vinde após mim e eu vos farei pescadores de homens. (Mateus 4:19)

LEI Nº. 20 - A LEI DO CRESCIMENTO EXPLOSIVO

Para somar, lidere subordinados—para multiplicar, lidere líderes

EXEMPLO: PAULO
´TEXTO: II TIMÓTEO 2:2, ATOS 19:8-10

É preciso um líder para criar um líder—é preciso um grande líder para criar um bom grupo deles.O Apóstolo Paulo ´foi conhecido como plantador de igrejas na Ásia Menor, mas a única maneira de alcançar tal resultado foi que ele escolheu e preparou líderes para cada localidade. Paulo foi um maravilhoso apologista, pregador e realizador de milagres. Salvo sua participação na redação das Escrituras, sua maior dádiva à Igreja Primitiva foi a de treinar pastores como Tito, Lucas, Apolo, Timóteo, Silas, Priscila e Áquila. Seu método para crescimento explosivo foi treinamento de liderança. Atos 19:10 diz que este padrão lhe permitiu alcançar a Ásia em dois curtos anos!

OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...

Paulo dominava esta lei. A que devotou Paulo o seu tempo? Foram estes os seus alvos:

1. Encontrar e treinar líderes.
2. Encontrar e treinar líderes que treinariam outros líderes.
3. Encontrar e treinar líderes que treinariam líderes para plantar igrejas.
4. Encontrar e treinar líderes que treinariam líderes para plantar igrejas em áreas ainda não alcançadas.


Ele dedicou o melhor de seu tempo às atividades seguintes:

a. EVANGELISMO E SELEÇÃO DE DISCÍPULOS EM SINAGOGAS.

“Tendo passado por Anfípolis... chegaram a Tessalónica, onde havia uma sinagoga de Judeus. Paulo, segundo seu costume,foi procurá-los, e por três sábados arrazoou com eles acerca das Escrituras, expondo e demonstrando ter sido necessário que o Cristo padecesse e ressurgisse dentre os mortos... Alguns deles foram persuadidos e unidos a Paulo e Silas, bem como numerosa multidão de gregos piedosos e muitas distintas mulheres.” Atos 17:1-4)

b. SERVINDO DE MENTOR A LÍDERES EMERGENTES.

“Mas Paulo, tendo escolhido Silas, partiu encomendado pelos irmãos à graça do Senhor. E passou pela Síria e Cicília, confirmando as igrejas.” (Atos 15:40-41)

“Chegou também a Derbe e a Listra. Havia ali um certo discípulo chamado Timóteo... dele davam bom testemunho os irmãos em Listra e Icônio. Quis Paulo que ele fosse em sua companhia e, por isso, circuncidou-o por causa dos judeus daqueles lugares; pois todos sabiam que seu pai era grego.” (Atos 16:1-3)

“E o que da minha parte ouviste, através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idónios para instruir a outros.” (II Timóteo 2:2)

c. ESTABELECENDO NOVAS IGREJAS.

“Paulo, servo de Deus... a Tito, verdadeiro filho, segundo a fé comum: graça e paz da parte de Deuse de Cristo Jesus nosso Salvador. Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em ordem as couzas restantes, bem como em cada cidade constituísses presbíteros, conforme te prescreví.” (Tito 1:1-5)

“E, promovendo-lhes em cada igreja a eleição de presbíteros, depois de orar com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido.” (Atos 14:23)
d. COMUNICAÇÃO PARA EQUIPAR CRISTÃOS (CARTAS, ENSINO)

“Porque vos recordais, irmãos, do nosso labor e fadiga; e como, noite e dia lutando para não viver à custa de nenhum de vós, vos proclamamos o evangelho de Deus. Vós e Deus sois testemunhas do modo por que piedosa, justa e irrepreensivamente, procedemos em relação a vós outros que credes. E sabeis, ainda, de que maneira, como pai a filhos, a cada um de vós exortamos, consolamos e admoestamos, para viverdes por modo digno de Deus, que vos chama para seu reino e glória.” (I Tessalonicenses 2:9-12)

VERDADES ACERCA DA LEI DO CRESCIMENTO EXPLOSIVO...

· Não é acerca de adição mas de multiplicação. Começa devagar, mas eventualmente explode.

· Não é acerca de fazer direito as coisas, mas de fazer coisas direitas. É ser-se estratégico.

· Não é não é acerca de priorizar a nossa agenda, mas de agendar nossas prioridades.

· Não é acerca de fazer programas, mas de devenvolver pessoas.

· Não é acerca de reagir a crises, mas de proativamente investir nosso tempo em líderes.

· Não é acerca de se sentir realizado no ministério, mas delegar poder a grandes líderes

· Não é acerca dum programa, mas dum movimento. Programas começam à grande, mas depois
esmorrecem. Movimentos são pequenos ao nascer, mas com tempo se tornam grandes.

A LEI EM ESCRITURA....

“E o que da minha parte ouviste, através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idónios para instruir a outros.” ( I Timóteo 2:2)
“Isto durou por espaço de dois anos, dando ensejo a que todos os habitantes da Ásia ouvissem a palavra do Senhor, tanto judeus como gregos.” (Atos 2:2)

LEI Nº. 19 - A LEI DA OPORTUNIDADE

Saber o momento certo é tão importante quanto saber o que fazer e aonde ir.

EXEMPLO: ESTER
TEXTO: ESTER 4:14-14

Mordecai mandou dizer à rainha Ester que Hamã estava conspirando para exterminar toda a raça dos judia. Ester escutou relutantemente o seu mentor—e decidiu agir quando ele lhe lembrou a lei da oportunidade. Ele sugeria que ela tinha recebido a sua posição de liderança “para tal tempo como este” (Ester 4:14). É como se Mordecai entendesse a questão crítica da oportunidade.Ele reconheceu que este era o momento em que podiam fazer uma diferença na vida de seu povo, e convenceu a Ester tendo por base esta lei. Ela atuou sem hesitação e, em ousada afirmação, salvou o seu povo do genocídio nacional. Ela agarrou o momento e, em resultado disso, aprendeu a lei da oportunidade.

OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...

Ester aprendeu que, se não aproveitasse o momento...

1. A sorte dela não seria diferente da do resto do seu povo (13)

Mordecai estava tentando convence-la de que, mesmo sendo ela raínha, seu futuro não seria melhor do que o do resto dos judeus, se ela não capitalizasse essa hora de oportunidade. Por vezes é fácil trabalharmos sob a noção de que nós somos “especiais” e não temos de tomar os riscos que gerações do passado tiveram de tomar. Sentimos que temos apenas de manter o status quo, deixando que Deus faça o resto; Ele providenciará, pensamos, para que cumpramos nossa missão. Isto é um mito. Se nós não tomarmos um risco, jamais devemos esperar subir à altura da ocasião.

“Não imagines que, por estares na casa do rei, só tu escaparás entre todos os judeus.”

2. Deus tem alguém mais que que estará disposto (v. 14)

Em seguida, Mordecai tentou motiva-la com o fato de que os propósitos de Deus serão realizados—mesmo que ela decida ficar na bancada, como simples espectadora. Deus se compromete a abençoar aqueles cujos corações Lhe pertencem por completo, e que se erguem para obedecer, mesmo que isso seja arriscado. Ele não está à procura de talentos mas de disposição; obedecer com abandono total e arriscado.

“Porque, se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento...”

3. Ela pode perder mais que uma oportunidade (v,14b)

Agora Mordecai lembra a Ester, pela segunda vez, que ela pode perder sua vida, se tão somente ficar sentada sem nada fazer com a oportunidade à frente dela. Ele ensina a Ester que ela pode perder mais do que uma oportunidade de obedecer a Deus—ela pode perder sua vida. Obediência é um risco, mas desobediência é um risco bem maior, a longo prazo.

“...tu e a casa de teus pais perecereis.”

4. Ela poderia perder a sua missão na vida, dada-por-Deus (v.14c)

Finalmente, Mordecai apresenta a Ester a mais elevada pergunta quanto à importância do tempo oportuno. Ele especula que bem pode ser para esta oportunidade que ela recebeu de Deus a posição real. Além disso, se ela deixasse de obedecer, Ester poderia perder o propósito que Deus traçara para sua vida. Da mesma maneira, nossa missão jamais será totalmente realizada ou compreendida, se resolvermos ficar parados. Ela virá a nós à medida que obedecemos no que sabemos fazer, a cada passo do caminho.

“Quem sabe se para tal conjuntura como esta é que foste elevada a raínha?”

CADA VEZ QUE UM LÍDER TOMA UM PASSO, QUATRO COISAS PODEM RESULTAR:

1. A ação errada, no tempo errado, pode conduzir a desastre.

2. A ação certa, em tempo errado, trará resistência.

3. A ação errada, em tempo certo, é um erro.

4. A ação certa, no tempo certo, resulta em sucesso.

· A raínha Vasti – fez a ação errada, no tempo errado.

Custou-lhe a realeza. O rei Xerxes mandou chama-la, e ela recusou comparecer; ele rebaixou-a e anunciou que tal comportamento não seria tolerado a qualquer mulher, em qualquer lugar. A ação de Vasti não só afetou a vida nela mas tornou a vida mais difícil a todas as mulheres casadas do reino. (Ester 1:10-22)

· Bigtã e Teres – fizeram a ação errada no tempo certo.

Estes dois oficiais do rei fizeram a ação errada no tempo certo—isto é, tempo certo para Mordecai. Quando eles conspiraram para matar o rei, Mordecai descobriu isso, informou Ester, esta avisou o rei, e os dois conspiradores foram enforcados. (Ester 2:21-23)

· Hamã – fez a ação errada, no tempo errado.

Ele conspirou contra Mordecai e os judeus, na altura em que Ester era raínha no palácio—lugar onde a lei da oportunidade atuaria contra ele e traria desastre. (Ester 3:5-15)

· fez a ação certa, no tempo certo.

Pediu a Ester que fizesse o que só ela poderia fazer, na calamidade pendente que todos eles encaravam. Suas palavras a Ester ressoam paixão: “Porque se de todo te calares agora, de outra parte levantará para os judeus socorro e livramento, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para tal conjuntura como esta é que foste elevada a raínha? (Ester 4:14)

· Ester fez a ação certa, no tempo certo.

Preparou-se para seu grande momento com jejum, oração e determinação. “Irei ter com o rei, ainda que contra a lei; se perecer, pereci.” Quando Ester foi à presença do rei, ele a recebeu calorosamente e lhe estendeu o cetro de ouro. (Ester 5:1-2)

Então, ela fez a ação certa, no tempo certo, quando pediu ao rei que poupasse a vida dela e a do seu povo. Este pedido expôs a maldade de Hamã e levou o rei a ordenar a execução deste, tendo sido enforcado na própria forca que preparara para Mordecai. (Ester 7:3-10)

Finalmente, Ester fez uma outra ação certa, em tempo certo, quando ela pediu ao rei que revertesse o édito que ordenava a destruição dos judeus. (Ester 8:5-6)

· Xerxes – fez a ação certa, no tempo certo.

Ele proclamou uma nova ordem delegando poder aos judeus para resistiram a qualquer esforço feito para os destruir. Mandou este decreto via mensageiros montados em cavalos reais. (Ester 8:7-14)

O resultado da liderança de Ester e do que parece ser seu aproveitamento perfeito da oportunidade, foram grande vitória para seu povo: “Para os judeus houve felicidade, alegria e honra. Também em toda província e em toda a cidade aonde chegava a palavra do rei e a sua ordem, havia entre os judeus alegria e regozijo... e muitos dos povos da terra se fizeram judeus, porque o temor dos judeus tinha caído sobre eles.”

A LEI EM ESCRITURA...

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu...” (Eclesiastes 3:1)

“Não dizeis vós que ainda há quatro meses até à ceifa? Eu, porém, vos digo: Erguei os olhos e vede os campos, pois já branquejaram para a ceifa.” (João 4:35)

LEI Nº. 18 - A LEI DO SACRIFICIO

O líder precisa abrir mão de algumas coisas para subir

EXEMPLO: MOISÉS
TEXTO: ÊXODO 2:10-15, 3:7-12 / HEBREUS 11:24-27

Moisés é um exemplo clássico desta lei de liderança. Ele começou a sua vida como um príncipe do Egito. Ele tinha tudo quanto desejaria um jovem. Mas saber que os seus irmãos hebreus estavam sofrendo às mãos dos egípcios, levou-o a fazer alguma coisa sobre isso. Depois de ter morto um egipcio opressor, ele pensou que poderia vingar seu povo permanecendo no palácio, como parte da família real. Quando descobriu que seu crime era já do conhecimento público (atémesmo do Faraó), viu que tinha de fugir. Foi durante este tempo no deserto que Moisés aprendeu a seguinte lei: um líder precisa abrir mão de algumas coisas para subir. Quando ele rendeu todo o prestígio e poder que o Egito lhe podia oferecer, ele experimentou o favor de Deus e foi chamado a executar a obra por via de métodos divinos e não por esforços humanos. Moisés jamais seria capaz de cumprir sua tarefa, não tivesse ele aberto mão da sua posição principesca.

OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...

MOISÉS TEVE DE ABRIR MÃO DE:

1. Orgulho 5. Control 9. Conforto

2. Impaciência 6. Auto-suficiência 10. Identidade

3. Dinheiro 7. Popularidade 11. Ambiente familiar

4. Posição 8. Tempo 12. Posses


QUE TERIA LEVADO MOISÉS A ABRIR MÃO DE TUDO?

Que possibilitou Moisés a praticar a lei do sacrifício e abrir mão de seus prazeres e tesouros?

1. ELE ESTEVE A SÓS COM DEUS (Êxodo 2:15, 3:1-5)
Deus afastou Moisés daquilo em que ele se apoiava para segurança. Ele removeu as distrações.

“Informado deste caso, procurou Faraó matar a Moisés; porém Moisés fugiu da presença de Faraó, e se deteve na terra de Midiã; e assentou-se junto a um poço... Apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro.. Apareceu-lhe o Anjo do Senhor numa chama de fogo do meio duma sarça...”

2. ELE FOI HONESTO PARA COM DEUS (Êxodo 3:10-12)
Junto à sarça ardente, não há qualquer sinal de auto-retidão. Moisés é fraco, e ele bem o sabe.

“Vem agora, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egito... Mas disse Moisés a Deus: Quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos? Deus lhe respondeu: Eu serei contigo...”

3. ELE TINHA FOME DE DEUS (Êxodo 3:13-14)
Deus tinha de levar Moisés a um lugar de fome. Depois de quarenta anos, Moisés estava pronto a se submeter.

“Disse Moisés a Deus: Eis que quando eu vier aos filhos de Israel e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós outros; e eles me perguntaren: Qual é o seu nome? Que lhes direi?...Disse Deus a Moisés: EU SOU o que SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.”
4. ELE FOI QUEBRADO POR DEUS (Êxodo 4:1-13)
Por fim, Deus quebrou dele toda a auto-preocupação e auto-promoção. Ele se rendeu.

“Então disse Moisés ao Senhor: Ah! Senhor! Eu nunca fui eloquente, nem outrora, nem depois que falaste a teu servo; pois sou pesado de boca e pesado de língua. Respondeu-lhe o Senhor: Quem fez a boca do homem? Ou quem faz o mudo ou o surdo, ou o que vê, ou o cego Não sou eu, o Senhor? Vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca, e te ensinarei o que hás de falar.”

A LEI EM ESCRITURA...

Pela fé Moisés, quando já homem feito, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus, a usufruir prazeres transitórios do pecado.; porquanto considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão.” (Hebreus 11:24-26)

UM OUTRO EXEMPLO DESTA LEI...

Abraão – Esteve disposto a ser pioneiro duma raça inteira de povo, tendo deixado tudo que lhe era familiar, dispondo-se mesmo a sacrificar seu próprio filho, ao comando de Deus.

LEI Nº. 17 - A LEI DAS PRIORIDADES

Líderes sabem que atividade não representa necessariamente realização

EXEMPLO: PEDRO
TEXTO: Atos 6:1-7

À medida que crescia a Igreja Primitiva, cresciam também os problemas. Pedro e os outros apóstolos começaram a ouvir rumores de queixas que algumas mulheres tinham contra outros grupos étnicos. As queixas giravam à volta de como era feito o ministério. De acordo com a passagem, Pedro nem mesmo precisou de orar. Ele disse: “ Não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus para servir às mesas.” Pedro não estava sugerindo que servir às mesas não fosse importante. Ele estava apenas declarando que ele percebia serem suas prioridades (oração e a palavra de Deus), e que as mesas deviam a prioridade dum corpo de diáconos. Pedro sabia que ele já estava suficientemente ocupado
Para tentar fazer tudo. Ele não estava disposto a confundir atividade e realização. Ele escolheu prioridades para si mesmo e para os diáconos, baseando-se nos dons da pessoa, a importância estratégica da tarefa e suas habilidades de delegar a pessoas apropriadas.

OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...

Como se manteve Pedro focado no que era seu forte e prioridades? Quando se levantou a necessidade...

1. Ele reconheceu a existência de toda uma nova oportunidade de liderança (v.1)

“Ora, naqueles dias, multiplicando-se o número dos discípulos, houve murmuração dos helenostas contra os judeus, porque as viúvas deles estavam sendo esquecidas na distribuição diária.”

2. Ele reuniu os discípulos para discutirem que passos precisavam ser tomados (v.2)

“Então os doze convocaram a comunidade de discípulos e disseram: Não é razoável que nós abandonemos a Palavra de Deus para servir às mesas.”

3. Ele delegou o processo de seleção a outros, para ele não se distrair. (v. 3-4)

“Mas, irmãos (cristãos), escolhei dentre vós sete homens (uma equipa) de boa reputação (credibilidade entre o povo), cheios do Espírito (com evidência da presença de Deus) e de sabedoria (maturos), aos quais encarregaremos deste serviço. Quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra.”

4. Ele tirou as mãos do projeto e deu-lhes autoridade de desempenhar a tarefa. (v.5)

“O parecer agradou a toda a comunidade; e elegeram Estevão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia.”

5. Ele reviu a seleção dos discípulos (v.6)

“Apresentaram-nos perante os apóstolos...”

6. Ele tomou tempo para publicamente comissionar e delegar autoridade aos líderes leigos (v.6)

“...orando, lhes impuseram as mãos.”

O PRINCÍPIO 80/20

Pedro parecia compreender que servir às mesas não seria o uso mais sábio do seu tempo. Como líderes, nós também temos de compreender prioridades, do modo como Pedro o fez. O “Princípio 80/20” nos ensina que, com prioridades certas, 20% do nosso esforço nos farão alcançar 80% dos resultados desejados. Mas, com prioridades erradas, 80% do nosso esforço resultarão em 20% dos resultados que desejamos. Por exemplo, se você gastar seu tempo equipando 20% de suas pessoas mais influentes, você multiplicará sua habilidade de ministrar, ao enviar esse grupo para servir aos 80% restantes de pessoas.

O PROCESSO 10-80-10

Esta é uma faceta adicional da do Princípio 80720. Pedro fez o que eu , de forma comum, faço com tarefas: É o processo 10-80-10. Começo o processo, para que ele tenha saída com pé direito, (10% da tarefa); então, entrego-o a uma pessoa com talento, para o corpo maior do trabalho (80% da tarefa). Finalmente, entro para polir o produto final (os restantes 10% da tarefa).

PERGUNTAS:

1. Quem são seus primeiros 20% de pessoas mais influentes, para que você possa investir tempo em
treina-las?

2. Quais são seus primeiros 20% de atividades mais produtivas ou ministérios, para que você possa focar nelas sua atenção?


3. Quais são os seus 20% de tempo mais produtivo durante o dia, para que você possa usa-los em seus projetos mais importantes?

A LEI EM ESCRITURA...

“Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e, sim, como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus. Por esta razão, não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor.” (Efésios 5:15-16)

LEI Nº. 16 - A LEI DO GRANDE IMPULSO

O impulso é o melhor amigo do líder

EXEMPLO: SALOMÃO
TEXTO: I REIS 3:6-14, 4:20-34

Embora Salomão possuísse tanto grande riqueza como sabedoria no começo do seu reinado, seu melhor amigo era o impulso que lhe deixara seu pai, ao longo do seu reinado. Durante seus quarenta anos como rei, Davi tinha constrído grande impulso para seu filho. Israel já estava sendo reconhecido como uma grande força militar, tinham o respeito de outros reis; o povo tinha visto um rei que amava a Deus e tinha um coração inclinado à justiça; ele tinha já reunido material para construção do Templo; e tinha bastante herário para Salomão em seu novo governo. Foi este impulso que atraiu a visita da rainha de Sabá a visitar Salomão, nos primeiros anos do seu reinado. Salomão capitalizou tais recursos no princípio—e pediu a Deus sabedoria, para que continuasse a guiar o povo com discrição e contínuo impulso. Por anos, fe-lo. Porém, o”grande impulso” tem de ser alimentado e mantido. Pelos fins do seu reinado, Salomão se distraiu e o perdeu.—e o reino hebreu foi dividido.

OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...

POR QUE TERIA SALOMÃO ERXPERIMENTADO IMPULSO?

1. Porque, antes dele, Davi tinha tido sucesso.

“Tomou Samuel o chifre de azeite, e o ungiu no meio de seus irmãos; e daquele dia em diante, o Espírito do Senhor se apossou de Davi.” (I Samuel 16:13)

2. Porque Davi lhe tinha deixado recursos e o conselho necessários à vitória.

“Aproximando-se os dias da morte de Davi, deu ele ordens a Salomao seu filho, dizendo: Coragem, pois, e sê homem! Guarda os preceitos do Senhor teu Deus, para andares nos seus caminhos, para guardares os seus estatutos, e os seus mandamentos, e os seus juízos, e os seus testemunhos, como está escrito na lei de Moisés, para que prosperes em tudo quanto fizeres, e por onde quer que fores.” (I Reis 2:1-3)

3. Porque Davi o tinha preparado para primeiras vitórias (isto é, a construção do Templo)

“Enviou também Hirão, rei de Tiro, os seus servos a Salomão (porque ouvira que ungiram a Salomão rei em ligar de seu pai, pois Hirão sempre fora amigo de Davi. Então Salomão mandou mensageiros a Hirão, dizendo: Bem sabes que que Davi, meu pai, não pôde edificar a casa ao nome do Senhor seu Deus, por causa das guerras com que o envolveram seus inimigos, até que o Senhor lhos pôs debaixo dos pés. Porém a mim o Senhor meu Deus me tem dado descanso de todos os lados; não há inimigo, nem adversidade alguma. Pelo que intento edificar uma casa ao nome do Senhor... Enviou Hirão nebsageiros a Salomão, dizendo: Ouvi o que me mandaste dizer... Farei toda a tua vontade acerca das madeiras de cedro e de cipreste...” (I Reis 5:1-8)

4. Porque Davi o tinha abençoado e apoiado publicamente.

“Disse-lhes o rei (Davi): Tomai convosco os servos do vosso senhor, e fazei montar a meu filho Salomão na minha mula, e levai-o a Giom. Zadoque, o sacerdote, com Natã, o profeta, ali o ungirão rei sobre Israel; então tocareis a trombeta e direis: Viva o rei Salomão!”

5. Porque o próprio Salomão com humildade pedira sabedoria de liderança, sobre tudo mais.

“Agora, pois, ò Senhor meu Deus, tu fizeste reinar a teu servo em lugar de Davi, meu pai; não passo de uma criança, não sei como conduzir-me. Teu servo está no meio do teu povo que elegeste, povo grande, tão numeroso que se não pode contar... Dá, pois, ao teu servo coração compassivo para julgar a teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; pois, quem poderia julgar a este grande povo? Estas palavras agradaram ao Senhor.” (I Reis 3:6-10)

6. Porque Salomão fez cedo algumas decisões sábias que lhe ganharam credibilidade.

“Todo o Israel ouviu a sentença que o rei havia proferido; e todos tiveram profundo respeito ao rei, porque viram que havia nele a sabedoria de Deus para fazer justiça.” (I Reis 3:28)

“Deu Deus a Salomão sabedoria, grandíssimo entendimento e larga inteligência como a areia que está na praia do mar. Era a sabedoria de Salomão maior do que a de todos os do Oriente e do que toda a sabedoria do Egito.” (I Reis 4:29-39)

7. Porque Salomão capitalizou na posição que tinha com outros líderes nacionais.

“Porque dominava sobre toda região e sobre todos os reis aquém do Eufrates, desde Tifsa até Gaza, e tinha paz por todo o derredor... Forneciam , pois, os intendentes provisões , cada um no seu mês, ao rei Salomão e a todos quantos lhe chegavam à mesa; cousa nenhuma deixavam faltar... De todos os povos vinha gente a ouvir a sabedoria de Salomão, e também enviados de todos os reis da terra que tinham ouvido da sua sabedoria.” (I Reis 4:24-34)

8. Porque Salomão se cercou de associados sábios, desde o princípio.

“Tinha Salomão doze intendentes sobre todo o Israel, que forneciam mantimentos ao rei e à sua casa; cada um tinha de fornecer durante um mês do ano.” (I Reis 4:7)

A LEI EM ESCRITURA...

“Pois ao que tem se lhe dará; e, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.” (Marcos 4:25)
“Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei: entra no gozo do teu senhor.” (Mateus 25:21)

LEI Nº. 15 - A LEI DA VITÓRIA

Líderes encontram uma forma de levar o time à vitória.

EXEMPLO: JOSIAS
TEXTO: II Crónicas 34-35

Tanto o avô como o pasi de Josias foram homens horríveis, reis idólatras. A nação estava estagnada e em estado de turpor espiritual. Falta-lhes visão e convicções. Escombros de negócios inacabados de acumulavam em toda a parte. Eles tinham caído como vítimas de ataques externos, divisão interna e depressão económica. Então surgiu Josias. Jamais houvera um rei como ele—que se voltou a Deus e levou o povo a uma renovação (II Reis 23:25). Ele tinha de quebrar um ciclo de fracasso, pecado e derrota dentro da sua família e do povo de Deus, em geral. Tinha uma gigantesca tarefa à frente dele. Josias sabia que a chave real para o problema deles era questão espiritual. Ele tornara-se rei aos oito anos de idade. Ao chegar aos dezasseis, ele já tinha começado a procurar o Senhor—e quatro anos mais tarde ele estava determinado a reformar Israel e a libertar seu país do jugo da Assíria e da idolatria nativa. Ao chegar aos vinte e cinco anos, Josias ordenou que o templo fosse reparado. Esta obra monumental representou uma ruptura que haveria de alcançar a vitória almejada. O projeto foi bem organizado, eficientemente delegado e bem fiscalizado. No curso do trabalho, os operários descobriram uma cópia do Livro da Lei. Imediatamente, Josias mandou que lhe fosse lido, em voz alta. Depois, reuniu todo o povo. O livro foi-lhes então lido corporativamente, o que levou a um arrependimento em massa. Josias liderou o povo num cometimento de suas vidas à Aliança. Desencadeou-se a renovação e, de acordo com as Escrituras, “enquanto ele viveu não se desviaram de seguir o Senhor, o Deus de seus pais” (II Crónicas 34:33).


OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...

A vitória foi um desafio para Josias, porque tantos obstáculos se achavam no caminho:

1. Seu avô e pai tinham fracassado como reis.

2. O povo dos seus dias jamais tinha experimentado a bênção de Deus ou o a renovação espiritual.

3. Ninguém vivo na altura tinha visto um rei que fosse modelo de obediência—a mediocridade era então rompante.

4. O templo estava arruinado e não havia esdpetativa de o reparar

5. O povo presumia que uma solução política solveria seus problemas.

6. Ele era apenas uma criança durante a primeira década do seu reinado.


A vitória é sempre precedida por uma ruptura.
A RUPTURA DE JOSIAS VEIO PORQUE...

1. ELE MODELOU ABERTURA E CAPACIDADE DE APRENDIZAGEM
(II Crónicas 34:1-3)

“Fez o que era reto perante o Senhor... Porque no oitavo ano do seu reinado, sendo ainda moço, começo a buscar o Deusde Davi, seu pai...”

1. ELE CRIOU FOME POR UMA MUDANÇA E RENOVAÇÃO
(II Crónicas 34:4-7)

“Na presença dele derribaram os altares dos Baalins; ele despedaçõu os altares de incenso, que estavam acima deles; os postes-ídolos e as imagens de escultura e de fundição quebrou-os, reduziu-os a pó e o espargiu sobre as sepulturas dos que lhes tinham sacrificado.”

2. ELE INICIOU REFORMAS QUE LEVARAM À RUPTURA
(II Crónicas 34:8-13)

“No ano décimo-oitavo do seu reinado, havendo já purificado a terra e a casa, enviou a Safã... e a Maaséias... e a Joá... para repararem a casa do Senhor, seu Deus... Foram a Hilquias, sumo sacerdote, e entregaram o dinheiro...Eles o entregaram aos que dirigiam a obra e tinham a seu cargo a casa do Senhor...”

3. ELE COMPREENDEU AS QUESTÕES BÁSICAS QUE TRARIAM A VITÓRIA
(II Crónicas 34:14-21)

“Quando se tirava o dinheiro que se havia trazido à casa do Senhor, Hilquias, o sacerdote, achou o Livro da Lei do Senhor, dada por intermédio de Moisés... Então Safã levou o livro ao rei... e Safã leu nele diante do rei. Tendo o rei ouvido as palavras da lei, rasgou as suas vestes. Ordenou o rei a Hilquias... Ide, consultai o Senhor por mim, e pelos restantes em Israel e Judá... porque grande é o furor do Senhor que se derramou sobre nós, porquanto nossos pais não guardaram as palavras do Senhor, para fazerem tudo quanto está escrito neste livro.”

4. ELE DEMONSTROU COMETIMENTO EM TER A OBRA REALIZADA.
(II Crónicas 34:22-33)

“O rei se pôs no seu lugar e fez aliança ante o Senhor, para seguirem, guardarem os seus mandamentos... Todos os que se achavem em Jerusalém e em Benjamim anuíram a esta aliança; e os habitantes de Jerusalém fizeram segundo a aliança de Deus, o Deus de seus pais. Enquanto ele viveu não se desviaram de seguir ao Senhor, o Deus de seus pais.”

A LEI EM ESCRITURA...

“Não havendo sábia direção cai o povo. Mas na multidão de conselheiros há segurança” (Provérbios 11:14)

“Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm mas um só leva o prémio? Correi de tal maneira que o alcanceis.”(I Coríntios 9:24)

LEI Nº. 14 - ALEI DA ACEITAÇÃO

As pessoas aceitam o Líder, depois os seus planos

EXEMPLO: GIDEÃO
TEXTO: Juízes 6:33-35, 7:1-25

Quando o anjo chama Gideão para liderar a luta contra os Midianitas e destruir o altar de Baal, em Juízes 6, Gideão está apreensivo quanto à sua liderança. Aí pelos fins do capítulo, ele já ganhou a aliança de várias tribos judias. Embora ele fosse o “menor” da sua família e parte da “menor” tribo em Israel, vários começaram a segui-lo, mesmo antes de conhecerem seu plano de ataque. Quando ele soprou a trombeta chamando-os à batalha, vieram de todos os lados a juntar-se a ele numa missão extremamente arriscada (Juízes 6:34-35). Deus chamou primeiro o líder—um dentre o povo que havia de seguí-lo—depois Ele clarificou a visão. Claramente, o povo aceitou Gideão mesmo antes de compreender exatamente o que eles teriam de enfrentar. Gideão atraíu tantos homens que Deus tinha de mandar embora uma parte deles, não viessem a pensar que eles é que tinham ganho a vitória, em vez d’Ele.

OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...

1. Se o povo não aceita o líder e não aceita a visão—é tempo para novo líder e nova visão.

2. Se o povo não aceita o líder, mas aceita a visão—é tempo para um novo líder.

3. Se o povo aceita o líder, mas não aceita a visão—é tempo para uma nova visão.

4. Se o povo aceita o líder e também aceita a visão—é tempo de se colocar atrás do líder!

O primeiro passo que o povo toma não é seguir causas valiosas. Eles seguem o líder que promove causas valiosas. Pessoas estão sempre perguntando: “Por que devo eu seguir-te?” O líder deve compreender que ele está sempre visível—antes mesmo de ter uma chance de apresentar a visão ou o programa. Quando o povo ganhar confiança no líder ele também terá confiança no programa.

QUE FEZ O POVO CONFIAR EM GIDEÃO?

1. Gideão era genuíno. Isso tornou possível que o povo o escutasse. (Juízes 6:13-18)
Ele encarou seu próprio medo, e não pretendeu ser a pessoa que não era.

“Respondeu-lhe Gideão: Ai, senhor meu, se o Senhor é conosco, por que nos sobreveio tudo isto? E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram...?...E ele lhe disse: Ai, senhor meu, com que livrarei a Israel? Eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu o menor da casa de meu pai. ...Ele respondeu: Se agora achei mercê diante dos teus olhos, dá-me um sinal de que és tu, Senhor, que me falas.”

2. Gideão era detalhado. Isto fez com que o povo confiasse no seu bom senso. (Juízes 6:19-24)
Ele ficou seguro dos detalhes do plano de Deus para derrotar Midian.

“Entrou Gideão e preparou um cabrito e bolos asmos... e trouxe-lho até debaixo do carvalho, e lho apresentou. Porém o Anjo de Deus lhe disse: Toma a carne e os bolos asmospõe-nos sobre esta penha e derrama-lhes por cima o caldo. E assim o fez...o Anjo tocou a carne... e subiu fogo da penha, e consumiu a carne e os bolos asmos. .. e o Anjo do Senhor desapareceu de sua presença. Viu Gideão que era o Anjo do Senhor, e disse: Ai de mim, Senhor Deus, pois já vi o Anjo do Senhor face a face.”

3. Gideão era dedicado. Isto fez com que o povo ficasse disposto a tomar riscos. (Juízes 6:25-27)
Ele revelou a habilidade de de se sacrificar pessoalmente para completar o trabalho.

“Naquela mesma noite lhe disse do Senhor: toma um boi que pertence a teu pai,... o segundo boi de set anos, e derriba o altar de Baal, que é de teu pai... Edifica ao Senhor teu Deus um altar no cume deste baluarte, em camadas de pedras... Então Gideão tomou dez homens dentre os seus servos, e fez como o Senhor lhe dissera...”

4. Gedeão foi submisso. Isto fez com que o povo acreditasse na sua causa. (Juízes 6:28-33)
Gideão foi obediente a obediente a Deus e deixou claro que o que eles enfrentavam era um problema
espiritual.

“E uns aos outros diziam: Quem fez isto? E perguntando e inquirindo, disseram: Gideão, o filho de Joás, fez esta cousa. Então os homens daquela cidade disseram a Joás: Leva para fora o teu filho, para que morra; pois derribou o altar de Baal... Mas ele disse: Contendereis vós por Baal? Livra-lo-eis vós? Se é deus, que por si mesmo contenda... Naquele dia Gideão passou a ser chamado Jerubaal, porque foi dito: Baal contenda contra ele, porque ele derribou o seu altar.”

5. Gideão foi catalítico. Isto fez com que o povo se apropriasse da sua visão. (Juízes 6:33-35)
Ele iniciou, e estava disposto a lutar, mesmo que o tivesse de fazer sozinho.

“Então o Espírito do Senhor revestiu a Gideão, o qual tocou a rebate; e os abiezritas se ajuntaram após dele. Enviou mensageiros por toda a tribo de Manassés, que também foi convocada para o seguir; enviou ainda mensageiros a Aser, e a Zebulom e a Naftali, e sairam para encontrar-se com ele.”

A LEI EM ESCRITURA...

“A alma generosa prosperará, e quem der de beber será dessedentado.” (Provérbios 11:25)

“Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás.”(Eclesiastes 11:1)

LEI Nº. 13 - A LEI DA REPRODUÇÃO

Só um líder pode treinar outro líder.

EXEMPLO: MOISÉS E JOSUÉ
TEXTO: NÚMEROS 27:15-23

De todas as maravilhosas funções de liderança que Moisés desempenhou, seu treinamento de Josué foi o mais estratégico. Josué tornou-se, na realidade, o líder que havia de concluir a tarefa de levar o povo à Terra Prometida. Esta bem sucedida “reprodução de liderança” foi resultado do exemplo e do equipamento dados por Moisés E da prontidão e talentos de Josué. Moisés transmitiu sua autoridade, unção e habilidades a Josué. A este também deu seu tempo, compreensão, um ambiente de aprendizagem, uma oportunidade para ele se provar e uma forte crença no seu próprio futuro.Se Josué não fosse um líder, tudo isto seria inadequado para a tarefa que no futuro teria de infrentar. Porque Moisés deu tempo para se reproduzir em Josué, realizou-se seu sonho da Terra Prometida, embora ele próprio não tivesse tido a oportunidade de entrar nela.

OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...

1. Moisés deu a Josué PODER e AUTORIDADE. (Números 27:20)
Moisés impôs as mãos em Josué e publicamente o comissionou diante do povo. Ele deu a Josué “parte da sua autoridade” (Números 27:15-23). Josué recebeu reconhecimento público; a aprovação e a aceitação dum líder; e recebeu a expressão da fé que Moisés tinha nele.

“Disse o Senhor a Moisés: Toma a Josué, filho de Num... e impõe-lhe as mãos; apresenta-o perante Eleazar, o sacerdote, e perante toda a congregação;... põe sobre ele a tua autoridade, para que lhe obedeça toda a congregação.”

2. Moisés deu a Josué EXPERIÊNCIA e APLICAÇÃO. (Números 27:21-22)
A aprendizagem de Josué não foi meramente cerebral ou passiva; não consistiu simplesmnestes dois homens falarem sobre uma chávena de café. Moisés permitiu que Josué provasse a sua liderança como um espia, como comandante militar e como seu assistente pessoal no ministério.

“...Segundo a sua palavra entrarão, ele e todos os filhos de Israel com ele, e toda a congregação.”

3. Moisés deu a Josué ENCORAJAMENTO e AFIRMAÇÃO. (Números 27:23)
Moisés deu a seu jovem protegido afirmação, permitindo-lhe companheirismo inusitado em lugares bem raros. Desfrutaram intimidade singular, particularmente quando consideramos a diferença de idades entre eles. Moisés comunicou encorajamento significativo, tanto por palavras como pela dádiva de seu tempo.

“...e (o sacerdote) lhe impôs as mãos, e lhe deu as suas ordens, como o Senhor falara por intermédio de Moisés.”

“Falava o Senhor a Moisés face a face, como qualquer fala a seu amigo.; então voltava Moisés para o arraial, porém o moço Josué, seu servo, filho de Num, não se apartava da tenda.
(Êxodo 33:11)

A LEI EM ESCRITURA...

“O discípulo não está acima do seu mestre... basta ao discípulo ser como o seu mestre, e ao servo como o seu senhor.” (Mateus 10:24-25)

“Todavia nos tornamos dóceis entre vós, qual ama que acaricia seus próprios filhos; assim, querendo-vos muito, estávamos a oferecer-vos não somente o evangelho de Deus, mas, igualmente, a nossa própria vida, por isso que vos tornastes muito amados de nós...como pais a seus filhos.” (I Tessalonicenses 2:7-11)





À medida que pratica esta lei, você se torma um PAI. Pais bons aproximam-se de seus filhos com...

Propósito – Não passam a verdade de forma casual. É prepositadamente com estão com os filhos.

Avaliação – Procuram avaliar onde estão seus filhos e onde devem crescer para serem fortes.

Relacionamento – São ternos e acessíveis. Provêm amor e lugares seguros.

Delegação de Poder – Provêm aos filhos a confiança e a competência de que necessitam.

Navegação – Facultam a seus filhos direção e ajude para que alcancem seu destino

Ferramentas – Dão aos filhos ferramentas para que vençam na vida. Servem-lhes de mentores.

LEI Nº. 12 - A LEI DA DELEGAÇÃO DE PODER

Só líderes seguros delegam poder aos outros

EXEMPLO: BARNABÉ
TEXTO: ATOS 9:26-31

Quando Saulo de Tarso se converteu, todos os discípulos em Jerusalém tinham medo dele. Nenhum deles desejava correr o risco de o apoiar. Tinham lá suas suspeitas. Entretanto, Barnabé o recebeu e o levou aos discípulos, afirmando a autenticidade da sua conversão. O grego implica, na verdade, que “ele tomou Saulo pela mão” e o levou à presença dos apóstolos. Barnabé, que poderia ter sido a pessoa que perdeu o voto de se tornar o décimo segundo discípulo (substituindo Judas), foi o apoiante de Saulo—e foi seu mentor até que se tornaram colegas como plantadores de igrejas missionárias. Mesmo quano Paul o suplantou em favor e autoridade, Barnabé continuou a dar-lhe força e a encoraja-lo. Que ilustração vívida do facto que somente líderes seguros podem delegar poder a outros. E ele continuou, delegando poder a outros jovens líderes emergentes da Antióquia, bem como a João Marcos. Tanto como nos é possível dizer da história da Igreja Primitiva, Barnabé foi quem mais delegou poder e preparou pastores e líderes para o ministério, exceto, talvez, o próprio Paulo.

OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...
Como é que Barnabé delegou poder a Paulo? Ele seguiu bem os passos fundamentais...

Ele acreditou em Paulo, antes dum consenso seguro. (Atos 9:26-27)
Barnabé não esperou até ser politicamente correto acreditar-se em Paulo. Acreditou nele antes de qualquer outra pessoa se mostrar disposta a dar esse passo e correr o risco. Ele expressou diretamente sua aceitação e confiança no futuro de Paulo, o que teria dado a este uma oportunidade de entrar no círculo.

“Tendo (Paulo) chegado a Jerusalém, procurou juntar-se com os discípulos; todos, porém, o temiam, não acreditando que ele fosse discípulo. Mas Barnabé tomando-o consigo, levou-o aos apóstolos...”

Ele representou Paulo junto a importante contactos. (Atos 9:27)
Um dos presentes que ele deu a Paulo foi o de apresenta-lo e até representa-lo perante os Apóstolos. Barnabé deu-lhe credibilidade na altura em que Paulo ainda não tinha tido tempo de ganha-la por si próprio. Ele pôs Paulo em contacto com líderes que poderiam ajudá-lo a triunfar.

“Barnabé...levou-o aos apóstolos e contou-lhes como ele vira o Senhor no caminho, e que este lhe falara, e como em Damasco pregara ousadamente em nome de Jesus.”

Ele defendeu Paulo contra severa crítica. (Atos 9:26-27)
Barnabé foi o único que acreditou no relatório de Paulo, e defendou em Jerusalém a sua conversão. Quando outros se mostraram desconfiados e críticos, ele “contou-lhes como ele vira o Senhor... e que este lhe falara, e como em Damasco pregara ousadamente no nome de Jesus.”

“...todos, porém, o temiam, não acreditando que ele fosse discípulo... mas Barnabé... contou-lhes como ele vira o Senhor no caminho... e como pregara ousadamente no nome de Jesus.”

Ele equipou Paulo para funcionar em suas específicas capacidades. (Atos 9:28-29)

Barnabé possibilitou a Paulo mover-se livremente entre os judeus em Jerusalém, ensinando e debatendo as verdades das Escrituras. Os dons de Paulo foram rapidamente descobertos e lhe foi permitido usar tais dons—antes de fazer qualquer curso de teologia cristã. É óbvio que Barnabé foi instrumental em levar Paulo à confiança de falar tão ousadamente e em tempo tão curto.

“(Paulo) estava com eles em Jerusalém, entrando e saindo, pregando ousadamente em nome do Senhor. Falava e discutia com os helenistas...”

Ele apoiou Paulo a encarar sérios desafios. (Atos 9:29-30)
Um quarto presente que Barnabé deu a Paulo foi sua extraordinária atenção e apoio. Ele tornou-se o maior admirador de Paulo em Jerusalém! Ajudou Paulo a escapar de Jerusalém quando sua vida corria perigo. Ele advogou seu chamado e ministério, ao saírem ambos de Antióquia para sua primeira viagem missionária.

“(Paulo) falava e discutia com os helenistas; mas eles procuravam tirar-lhe a vida. Tendo, porém isto chegado ao conhecimento dos irmãos (Barnabé e outros discípulos), levaram-no até Cesaréia, e dali o enviaram para Tarso.”

OBSERVAÇÕES QUANTO AO MINISTÉRIO DE DELEGAÇÃO DE PODER EXERCIDO POR BARNABÉ:

Ele delegou poder a novos crentes, motivando-os a guardar a fé. (Atos 11:23)

“Tendo ele chegado e vendo a graça de Deus, alegrou-se, e exortava a todos a que, com firmeza de coração, permanecessem no Senhor.”

Ele delegou poder a muitas pessoas para chegarem à fé em Jesus Cristo. (Atos 11:24)

“...Porque era homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. E muita gente se uniu ao Senhor.”

Ele delegou poder a João Marcos, mesmo após seu fracasso missionário. (Atos 15:37-39)

“E Barnabé queria levar também João, chamado Marcos. Mas Paulo não achava justo levarem aquele que se afastara ... Houve entre eles tal desavença que vieram a separar-se. Então Barnabé, levando consigo Marcos, navegou para Chipre.”

Ele delegou poder a gentios através de Chipre e Galácia , para voltarem a Cristo. (Atos 13)

“Cumpria que a vós outros em primeiro lugar fosse pregada a palavra de Deus; mas, posto que a rejeitais e a vós mesmos vos julgais indignos da vida eterna, eis aí que nos volvemos para os gentios.Porque o Senhor assim no-lo determinou: Eu te constituí para luz dos gentios, a fim de que sejas para salvação até aos confins da terra.”

5. Ele delegou poder a novas igrejas, nomeando anciãos para as guiarem. (Atos 14:23)

“E promovendo-lhes em cada igreja a eleição de presbíteros, depois de orar com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido.”

6. Ele delegou poder à igreja nacional, relatando seus esforços missionários. (Atos 14:27)

“E ali chegados, reunida a igreja, relataram quantas cousas fizera Deus com eles, e como abrira aos gentios a porta da fé.”

7. Ele delegou poder ao primeiro concílio da igreja, para compreenderem o que Deus estava fazendo entre os gentios. (Atos 15:12, 22, 25)

“E toda a multidão silenciou passando a ouvir a Barnabé e a Paulo que contavam quantos sinais e prodígios Deus fizera por meio deles entre os gentios.”

A LEI EM ESCRITURA...

“Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras, não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admmoestações, e tanto mais quando vedes que o tempo se aproxima.”

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