31 de julho de 2008
LEI Nº. 11 - A LEI DO CÍRCULO ÍNTIMO
EXEMPLO: DAVI E SEUS HOMENS VALENTES
TEXTO: I CRÓNICAS 11:10-25, 12:16-22
Durante sua transição, após o rei Saul, Davi atraiu para si um quadro de várias centenas de homens que tinham sido guerreiros com ele ou a seu serviço. Eram-lhe leais, mesmo quando isso fizesse perigar suas vidas. Em certa ocasião, três elementos deste círculo íntimo arriscaram suas vidas só para lhe trazerem um copo de água do poço de Belém, localizado atrás de linhas inimigas. Quando sedento e ansioso por água daquela localidade—teve-a. Quando esteve em perigo, ameaçado por milícia inimiga, alguns dos seus homens mais graduados ganharam a fama de neutralizar 300 homens, cada, para o proteger. Vários dos desertores que se uniram a Davi eram capitães: “Estes ajudaram Davi contra aquela tropa, porque todos eles eram homens valentes, e capitães do exército.” Não há dúvida de que Deus estava orquestrando a subida de Davi à monarquia. Humanamente, porém, o êxito de Davi devia-se largamente ao seu leal e dedicado “círculo íntimo”.
Quando você estiver a escolher o seu CÍRCULO ÍNTIMO, procure as seguintes qualidades:
Alguém capaz de influenciar Alguém com caráter
Alguém que saiba nutrir Alguém que seja intuitivo
Alguém que trabalhe com outros Alguém responsivo
Alguém que confira poder Alguém competente
Alguém que seja expedito Alguém leal
Alguém enérgico
OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...
Davi começou a formar o seu círculo íntimo nos dias difíceis, antes de ser rei.
I Crónicas 12:1-2, I Samuel 22:1-2
“São estes os que vieram a Davi, a Ziclague, quando fugitivo de Saul, filho de Quis; e eram dos valentes que o ajudaram na guerra...”
“Davi retirou-se dali, e se refugiou na caverna de Adulão... Ajuntaram-se a ele todos os homens que se achavam em aperto, e todo o homem individado, e todos os amargurados de espírito; e ele se fez chefe deles.”
Davi escolheu líderes multi-talentosos e versáteis para seu círculo íntimo. I Crónicas 12:2
“Tinham por arma o arco, e usavam tanto da mão direita como da mão esquerda para arremessar pedras com fundas, e em atirar flechas com o arco...”
Davi delegou responsabilidades dentro do círculo íntimo, baseado em dons. I Crónicas 12:16-18
“Também vieram alguns dos filhos de Benjamim e de Judá a Davi, à fortaleza... Davi os recebeu , e os fez capitães de tropas.”
Davi procurou homens que eram extraordinariamente corajosos. I Crónicas 12:8, 15
“Dos gaditas passaram-se para Davi...homens valentes, homens de guerra para pelejar, armados com escudo e lança...seus rostos eram como de leões... São estes os que passaram o Jordão... quando ele transbordava por todas as suas ribanceiras, e puseram em fuga a todos os que habitavam nos vales, tanto no oriente como no ocidente.”
Davi escolheu para seu círculo íntimo homens que declarariam lealdade à sua causa. I Crónicas 12:18
“Nós somos teus, ó Davi! E contigo estamos, ó filho de Jessé!Paz, paz seja contigo!, e paz com os que te ajudam... porque o teu Deus te ajuda.”
Davi recebeu no seu círculo íntimo apenas aqueles que queriam lá estar. I Crónicas 12:38
“Todos estes homens de guerra, postos em ordem de batalha, vieram a Hebrom, resolvidos a fazer Davi rei sobre todo o Israel...”
Davi respeitou o serviço sacrificial do seu círculo íntimo e os honrou por isso. I Crónicas 11:15-19
“Beberia eu o sangue dos homens que lá foram com perigo de sua vida? Pois com perigo de suas vidas a trouxeram...de maneira que não a quis beber. São essas as coisas que fizeram os três valentes.”
A LEI EM ESCRITURA...
“Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau.” (Provérbios 13:20)
LEI Nº. 10 - A LEI DA LIGAÇÃO
EXEMPLO: REBOÃO
TEXTO: I REIS 12:1-16
Quando o rei Salomão morreu, Reboão estava na linha de sucessão, e poderia mesmo vir a reinar com êxito sobre toda a nação de Israel—se praticasse a lei da ligação. Contudo, quando Jeroboão e todo o Israel foi falar com ele, suplicando por uma carga de trabalho mais suave, não quis saber deles. Ele tinha sede de poder, e também cria que tinha de flexionar seus músculos políticos para impressionar a todo o mundo, como novo rei. Seu pai tinha tornado bem difícil a carga do povo, levando-o ao ponto da revolta. O povo chegou mesmo a negociar com Reboão e a prometer-lhe que, se ele fosse um pouco mais benevolente, o serviriam para sempre. Mesmo os conselheiros concordaram que isso era a coisa mais sábia a fazer-se. Mas ele não deu ouvidos ao seu conselho e acabou por perder quase todos. Dez das doze tribos se revoltaram e seguiram Jeroboão, ficando assim divido o reino. Reboão é um exemplo vivo de como é impossível buscar-se amor e poder ao mesmo tempo. Ele falhou em não praticar a lei da ligação.
OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...
PORQUE FALHOU REBOÃO NA PRÁTICA DESTA LEI?
Porque líderes não podem mover o povo à ação até que , primeiro, o movam com emoção.
Reboão tinha um coração frio e endurecido. Mesmo quando os conselheiros idôneos do rei Salomão o aconselharam a aliviar o fardo do povo, ele se recusou a escutar. Ele queria encontrar conselheiros que lhe dissessem exatamente o que ele desejava ouvir.Ele nunca pareceu compreender as necessidades do povo ou mostrar interesse pelo seu bem-estar.
Porque líderes devem dar primeiro, antes de exigir que outros deem.
Reboão foi assim aconselhado pelos anciãos do palácio: “Se hoje te tornares servo deste povo, e o servires e, atendendo, falares boas palavras, eles se farão teus servos para sempre.” Por egoísmo, ele recusou acatar este conselho sábio e divino.
Porque líderes devem ligar-se com pessoas, uma de cada vez, mesmo em audiências vastas.
Reboão apenas falou ao povo em grandes audiências e, mesmo assim, com palavras bruscas. Ele exigia a aliança deles. Ameaçou disciplina-los. Seus discursos eram para “multidões” e não para indivíduos. Reboão nunca se ligou, pessoalmente, a qualquer deles.
Porque líderes devem tocar primeiro o coração, antes de tocar a cabeça: relacionamentos acima de resultados.
Mesmo quando Jeroboão e toda a assembleia suplicou ao rei que escutasse seu pedido, ele não lhes deu atenção. Pediu-lhes que voltassem em três dias. Ele nunca permitiu que o vissem lutar com uma decisão. Nunca mostrou calor humano, nem permitiu que vissem sua vulnerabilidade. Mostrou-se qual rocha fria.
Porque líderes devem iniciar a ligação com outros, não esperar que eles o façam.
Toda esta confrontação com Israel aconteceu porque Jeroboão e o povo vieram do Egito e a pediram. Reboão não iniciou qualquer comunicação com eles. Sentou-se e esperou que fossem ter com ele. Ele apenas reagiu, em vez de tomar iniciativa. E ele nunca se ligou a qualquer pessoa.
REBOÃO TEVE SETE GRANDES PROBLEMAS...
1. Em vez de discursar, ele devia ter escutado.
2. Em vez de ser modelo de avareza, ele devia ter sido modelo de generosidade.
3. Em vez de proteger a sua imagem, ele devia ter protegido a sua integridade.
4. Em vez de demonstrar controle, ele devia ter demonstrado compaixão.
5. Em vez de desenvolver um coração egoísta, ele devia ter desenvolvido um coração de servo.
6. Em vez de ver através de seus próprios olhos, ele devia ter visto pelos olhos de outros.
7. Em vez de se apaixonar pelo poder, ele devia apaixonar-se pelo povo.
A LEI EM ESCRITURA...
“...Ainda que eu sinta plena liberdade em Cristo para te ordenar o que convém, prefiro, todavia, solicitar em nome do amor.” (Filemom 8-9)
30 de julho de 2008
28 de julho de 2008
SER PURO: É POSSÍVEL?
As vezes a gente pensa que idade vai criar problemas para que os adolescentes aceitem uma pessoa. Mas ficamos surpresos. E o tema: PUREZA EXIGE CORAGEM. Foi desenvolvido por ele de forma consistente. Foi uma verdadeira Campanha de Santidade. Ficamos felizes com o resultado. 
Nosso mascote foi o animalzinho ARMINHO. Que prefere morrer a perder a brancura do seu pelo. E desta forma desafiamos a cada adolescente a SER PURO. Escrevi a devocional a seguir com este tema.
SER PURO - Esta é uma pergunta difícil. Especialmente por vivermos num mundo onde o pecado tem domínio. Vivemos num mundo onde falar de Pureza é estar fora da grande maioria. É sentir-se isolado do mundo. Pureza foi para uma geração que já ficou para trás, pensam alguns.
Mas vamos pensar um pouco: O que é ser puro? Bem poderíamos gastar bastante tempo tentando de todas formas defender esta doutrina que cremos seja necessária para entrarmos no gozo do Senhor. Ou seja, sem a santidade nós não veremos a Deus (Hb. 12:14). Vejamos:
- Como adolescentes nazarenos, precisamos afirmar para todos que cremos e pregamos a pureza de coração e vida é a vontade de Deus para cada cristão.
- Como adolescentes nazarenos, precisamos saber que é possível ter agora mesmo um coração puro pelo poder do Espírito Santo, numa perfeita comunhão com Deus em amor.
- Como adolescentes nazarenos, precisamos manter uma vida dependente do Espírito para que não venhamos cair na vida de pecado novamente.
- Como adolescentes nazarenos, precisamos também entender que temos que nos separar do mundo como nos ensina a Palavra de Deus, mas, precisamos ministrar aos outros da mesma forma como Jesus ministrou. A santidade que pregamos está em conformidade com o amor de 1 Coríntios 13. ”Não se ensorbebece (v.4).
- Outra coisa que devemos lembrar como adolescentes nazarenos é que não cremos que somos santificados por cerimônias ou manifestações exteriores, mas porque "Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue, padeceu fora da porta" (Hb. 13:12)
Vejam bem, a experiência da pureza do coração e a preciosa plenitude do Espírito Santo são mais do que simples alvo; são uma porta para escalar montanhas que se encontram à nossa frente.
Procurem então a viver em pureza e santidade. Enchei-vos do Espírito..... Ser puro? Com certeza é possível.
Do amigo,
Geraldo Nunes Filho
LEI Nº. 9 - A LEI DA INTUIÇÃO
EXEMPLO: JETRO
TEXTO: ÊXODO 18:14-27
Moisés era o líder indisputável de Israel no seu dia, mas ele não estava exercendo a lei da intuição quando seu sogro, Jetro, se aproximou dele para falar de seus métodos. Jetro viu a situação sob a lente de um líder e rearranjou a maneira como Moisés cuidava das necessidades do povo. Ele podia prever um esgotamento no horizonte de Moisés e frustração no horizonte do povo—se Moisés continuasse a fazer tudo por si próprio. Jetro instruíu Moisés a escolher e a preparar “anciãos” que com ele liderassem. Moisés poderia então delegar os casos menos importantes a esses colaboradores, podendo assim Moisés dedicar-se a assuntos de mais vulto. Jetro viu intuitivamente que Moisés jamais poderia fazer o trabalho pelo jeito que ia. Ele tinha de mudar. A liderança de Jetro fazia de todos vencedores.
OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...
Líderes que praticam esta lei têm a habilidade de “ler” o que se passa à volta deles:
1. Jetro foi um leitor de SITUAÇÕES.
Moisés tornara a juntar-se à sua mulher, filhos e sogro, Jetro, após cruzarem o Mar Vermelho. De acordo com o texto, no dia seguinte, Jetro estava avaliando a situação, observando como Moisés procedia na liderança de Israelitas. Ele observou que Moisés não estava trabalhando com eficiência, e disse: “Porque te assentas só, e todo o povo está em pé diante de ti, desde a manhã até à noite? ...Não é bom o que fazes.”
2. Jetro era um leitor de TENDÊNCIAS.
Jetro podia ver que, mesmo que Moisés fosse capaz de escapar com seu presente método de liderança, este não duraria para sempre. A população cresceria—e da mesma forma a frustração. Jetro leu as tendências, e viu que as coisas iriam piorar antes de melhorarem. Ele disse: “Sem dúvida desfalecerás, assim tu como este povo que está contigo: pois isto é pesado demais para ti...”
3. Jetro era um leitor de RECURSOS.
Ao confrontar Jetro a Moisés, ele olhou para a vasta população de homens israelitas. Ele deve ter observado que havia uma tremenda quantidade de recursos ainda por utilizar, dentro do seu prórpio povo, porque ele disse a Moisés que escolhesse líderes dentre eles—e estes poderiam tomar conta da maioria de disputas a serem resolvidas. Ele viu talentos e recursos disponíveis, e os utilizou.
4. Jetro era um leitor de PESSOAS.
Jetro também lia as habilidades de pessoas. Parece que ele podia ver seus dons e níveis de liderança, porque ele disse a Moisés que pusesse os líderes escolhidos sobre grupos de milhares, de centenas, de cincoentas, e de dezenas. Obviamente, esta distribuição era feita mediante os dons e habilidades desses líderes. O plano funcionou porque a tarefa não foi divida à tabela, mas baseada no que cada pessoa podia fazer.
5. Jetro foi um leitor do LÍDER.
Na maioria dos casos, isto significa você poder ler-se a si próprio. No caso de Jetro, significa ser capaz de ler a habilidade e o estilo de liderança de Moisés. Ele traçou o plano de acordo com a necessidade que Moisés tinha de ajuda. Ele até propôs as caraterísticas de líderes que Moisés devia recrutar, bem como a descrição de suas responsabilidades. Então, conhecendo Moisés, ele disse: “Se isto fizeres, e assim Deus to mandar, poderás então suportar; e assim todo este povo tornará em paz ao seu lugar.”
UM SUMÁRIO DESTA LEI NA VIDA DE JETRO...
Jetro proveu CORREÇÃO porque ele viu de FORMA DIFERENTE da que Moisés via. (Êxodo 18:17-18)
“O sogro de Moisés, porém, lhe disse: Não é bom o que fazes. Sem dúvida desfalecerás, assim tu como este povo que está contigo: pois isto é pesado demais para ti; tu só não o podes fazer.”
2. Jetro proveu DIREÇÃO porque ele viu para MAIS LONGE que Moisés via. (Êxo. 18:19-20)
“Ouve, pois, as minhas palavras; eu te aconselharei, e Deus seja contigo. Representa o povo perante Deus, leva as suas cargas a Deus.; ensina-lhes os estatutos, e faze-lhes saber o caminho em que devem andar, e a obra que devem fazer.”
Jetro proveu ESTRUTURA porque ele viu MAIS CLARAMENTE que Moisés via. (Êxodo
18:21-22)
“Procura entre o povo homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que aborreçam a avareza; põ-nos sobre eles por chefes de mil, chefes de cem, chefes de cincoenta e chefes de dezenas... e toda a causa grave trarão a ti, mas toda causa pequena eles mesmos julgarão.”
Jetro proveu SUPORTE porque ele viu MAIS FUNDO que Moisé via. (Êxodo 18:23)
“Será assim mais fácil para ti, e eles levarão a carga contigo. Se isto fizeres, e assim Deus to mandar, poderás então suportar,; e assim também todo este povo tornará em paz ao seu lugar.”
5. Jetro proveu CONFIANÇA porque ele viu MAIS que Moisés via. (Êxodo 18:24-27)
“Moisés atendeu às palavras de seu sogro, e fez tudo quanto este lhe dissera. Escolheu Moisés homens capazes, de todo o Israel, e os constituíu por cabeças sobre o povo... Então se despediu Moisés de seu sogro, e este se foi para a sua terra.”
ESTA LEI REQUER QUE O LÍDER VENHA A SER...
1. UM ARTISTA
Eles devem pintar quadros dentro de seus seguidores.
2. UM FUTURISTA
Devem ver o futuro mais claramente que seus seguidores.
3. UM INFLUENCIADOR
Devem falar em defesa de uma causa na qual desejam ver a aderência de outros.
A LEI EM ESCRITURA...
“Dos filhos de Issacar, conhecedores da época, para saberem o que Israel devia fazer... e todos os seus irmãos sob suas ordens.” (I Crónicas 12:32)
LEI Nº. 7 - A LEI DO RESPEITO
EXEMPLO: DÉBORA
TEXTO: JUÍZES 4:4-16
Débora foi um exemplo clássico da lei do respeito porque tão poucas mulheres receberam posições de liderança durante os dias dela. Normalmente, homens não seguiam mulheres. Contudo, Débora recebeu respeito tanto de homens como de mulheres, por causa de seus dons de liderança. Mesmo Baraque, o comandante militar das tribos do Norte de Israel procurou a ajuda dela, quando ela o desafiou a atacar Canaan. Na realidade, ele aceitou o desafio sob a condição de Débora o acompanhar. Mesmo que a necessidade da ajuda duma mulher viesse a ofuscar qualquer honra devida ao comandante se ele derrotasse Canaan, Baraque queria ter ao lado Débora. Juntos, eles derrotaram o inimigo. Em Juízes 5:7 ela é descrita como “mãe” do povo de Israel. Ela combinou tanto o cuidado como a coragem, o que lhe mereceu o respeito de todos. Claramente, Débora ilustra a lei do respeito—ela foi a líder mais forte dos seus dias. Seguiram-na mesmo os outros líderes reconhecidos em Israel.
OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...
Débora pôs esta lei a trabalhar para ela porque soube prover...
· Relacionamento com os que a seguiam. (Juízes 4:6-8)
Débora trouxe Baraque ao seu lado e pessoalmente o comissionou para trabalhar com ela. Ela proveu relacionamento a Baraque que dela precisava em tempo de batalha. Ela não se limitou a mandá-lo para a guerra—mas ela o acompanhou.
“Ela respondeu: certamente irei contigo...”
· Mapas de estrada para seus seguidores. (Juízes 4:6-8)
Ela não disse simplesmente a Baraque que fosse lutar, mas ela completou um plano de ataque. A par do comissionamento, ela determinou quando se travaria a batalha , onde e quem a conduziria.
“E mandou ela chamar a Baraque...e disse-lhe: Vai e leva gente ao monte Tabor... e eu farei ir para ti Sísera o comandante do exército de Jabin... e o darei nas tuas mãos.”
· Responsividade a seus seguidores. (Juízes 4:8-10)
Ela foi de muita responsividade àqueles em quem investira. Ela entendia suas necessidades. Quando Baraque lhe disse o que ele precisava para implementar o plano, ela lhe deu isso. Débora não se limitou a apresentar alvos, mas ela respondeu provendo o que outros necessitariam para os alcançar.
“Então lhe Baraque: Se fores comigo, irei; porém, se não fores comigo, não irei. ...E saiu Débora e se foi com Baraque para Quedes.”
· Respeito por seus seguidores. (Juízes 4:14)
Ela demonstrou, primeiro, respeito pelos subordinados. Respeito caminha sempre em dois sentidos. No dia do planejado ataque, ela disse confiadamente: “Este é o dia em que o Senhor entregou Sísera em tuas mãos. Ela deu crédito e confiança aos que trabalhavam para ela.
“Então disse Débora a Baraque: Dispõe-te, porque este é o dia em que o Senhor te dará Sísera nas tuas mãos; porventura o Senhor não saíu diante de ti?”
· Recursos para seus seguidores. (Juízes 4:9, 14)
Ela proveu as ferramentas necessárias à realização do trabalho que ela chamava outros a fazer. Logo antes de pedir a Baraque que liderasse o ataque, ela rapidamente acrescentou que lhe estava dando 10.000 tropas adicionais, provindas de duas das tribos de Israel. Baraque tinha todos os recursos de que precisava para ganhar.
“... e toma contigo dez mil homens dos filhos de Naftali e dos filhos de Zebulon...e (Deus) o dará (Sísera) nas tuas mãos.”
· Resolução para com seus seguidores. (Juízes 4:9, 14)
Ela foi corajosa e possuía convicção quanto ao chamado de Deus nas suas vidas. Uma das formas como ganhou respeito foi falando com franqueza, dizendo as coisas como elas eram. Tinha sido ela a dizer que Baraque compartilharia a honra, se ele ajudasse na batalha.
“Ela respondeu: certamente irei contigo, porém não será tua a honra da investida que empreenderás; pois às mãos de uma mulher o Senhor entregará Sísera.”
A LEI EM ESCRITURA...
“... e a diligenciardes por viver tranquilamente... de modo a que vos porteis com dignidade para com os de fora e de nada venhais a precisar (I Tessalonicenses 4:11-12)
“Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do Eufrates, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.” (Josué 24:15)
24 de julho de 2008
LEI Nº. 6 - A LEI DA BASE SÓLIDA
EXEMPLO: SANSÃO
TEXTO: JUÍZES 15:1-20
Sansão aprendeu de forma dura que confiança é o fundamento de toda a liderança genuína. Ele é um bom exemplo dum mau líder. Ele foi impetuoso, volátil, sensual, temperamental, emocional e muito imprevisível. Seus músculos do braço eram fortes, mas sua espinha era fraca. Ele demonstrou a importância desta lei ao violá-la. Nesta passagem das Escrituras, as intensões de Sansão foram questionadas pelos Filisteus, pelo seu sogro, e mesmo pelos homens de Judá. Ninguém sabe ao certo se pode confiar nele. Seu próprio povo o amarrou e levou aos Filisteus, procurando salvar assim seus pescoços. Neste ponto da sua liderança, ele não pode controlar seu próprio poder. Ele se tinha envolvido sexualmente com várias mulheres. Ele tinha enganado o povo. Ele tinha exterminado outros , em assomos de raiva. Consequentemente, ele se tornou num homem sem país. Não surpreende que a sua queda tenha chegado por uma mulher chamada Dalila. Ela o seduziu na área da sua fraqueza e levou-o a revelar o segredo da sua força física—um segredo entre ele e Deus. Ele a enganou por algumas vezes, brincou com ela, mas ela acabou por vence-lo no seu próprio jogo de decepção. Ele provou que renegados fazem pobres treinadores. Ninguém podia confiar nele, assim, ninguém seguia sua liderança.
OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...
Juízes 14-16: Sansão Provê para Nós Sinais dum Líder em Apuros...
1. Eles não têm dado atenção a gritantes fraquezas no seu caráter (Juízes 16:1)
Por o que nos parece serem anos, Sansão lutou com a impureza sexual. Sabe-se que dormiu com prostitutas. Seu fracasso na luta contra a luxúria levou-o a sua queda com Dalila.
“Sansão foi a Gaza, e viu uma prostituta, e coabitou com ela.”
2. Eles contam com a decepção para se protegerem (Juízes 16:6-10)
Sansão foi conhecido por enigmas com que tentava suplantar-se a outros. Ele nunca foi frontal (foi muitas vezes ambíguo), o que levaria mais tarde à falta de confiança nele e à traição dos Judeus.
“Disse, pois, Dalila a Sansão: Declara-me, peço-te, em que consiste a tua grande força, e com que poderás ser amarrado para te poderem subjugar.” Respondeu-lhe Sansão: “Se me amarrarem com sete tendões frescos, ainda não secos, então me enfraquecerei...”
3. Eles são impetuosos e agem ao menor impulso (Juízes 15:7-8)
Sansão tinha reputação de raiva e comportamento volátil. Seu espírito impetuoso podia ser usado para bem (ele podia destroçar um exército inteiro) ou para mal (ele casou prematuramente).
“Disse-lhes Sansão: Se assim procedeis, não desistirei, enquanto não me vingar...E feriu-os com grande carnificina...”
4. Eles fazem jogos com seus lugares de influência (Juízes 14:12-13)
Uma vez mais, Sansão apostaria em suas posses, usando emigmas. Isto viria a acabar mal, quando jogou com Dalila—a respeito da fonte de sua força.
“Disse-lhes, pois, Sansão: Dar-vos-ei um enigma a decifrar; se nos sete dias das bodas mo declarades e descobrirdes, dar-vos-ei trinta camisas e trinta vestes festivais...”
5. Eles podem ser enganados, especialmente nos seus pontos fracos (Juízes 16:15-17)
Sansão finalmente encontrou alguém à sua altura. Ironicamente, o mestre da decepção e de brincar com outros foi ele próprio enganado por uma mulher. Mulheres foram seu calcanhar de Aquiles.
“Então ela lhe disse: Como dizes que me amas, se não está comigo o teu coração? Já três vezes te zombaste de mim, e ainda não me declaraste em que consiste a tua grande força... Importunando-o ela todos os dias com suas palavras e molestando-o, apoderou-se da alma dele uma impaciência de a matar. Descobriu-lhe todo o seu coração...”
6. Eles são inclinados a usar de forma errada os dons que Deus lhes deu (Juízes 15:1-8)
Sansão tratou como coisa própria sua força dada por Deus. Quando alguém mais lhe tirou a esposa, ele se vingou, o que levou à morte de seu sogro e cunhada.
“E seu sogro lhe disse: Por certo pensava eu que de todo a aborrecias, de sorte que a dei ao teu companheiro... E Sansão saiu e tomou trezentas raposas; e, tomando fachos, as virou cauda com cauda, e lhes atou um facho no meio delas... e lançou-as na seara dos Filisteus... Perguntaram os Filisteus: Quem fez isto? Responderam: Sansão... Então, subiram os Filisteus e queimaram a fogo a ela (a esposa de Sansão) e a seu pai.”
7. Preocupa-lhes mais como são vistos do que quem eles são (Juízes 15:9-12)
Muito da liderança de Sansão foi reacionária. Quando os Israelitas o prenderam, ele preferiu ser entregue aos Filisteus, a ser morto por aqueles, por causa da aparência que isso teria.
“Então três mil homens de Judá desceram... a Sansão e disseram: Por que nos fizeste isto a nós? E ele lhes disse: Assim como me fizeram a mim, eu lhes fiz a eles. Descemos, replicaram eles, para te amarrar, para te entregar nas mãos dos Filisteus. Sansão lhes: Jurai-me que vós mesmos não me acometereis.”
8. Eles podem ser comprados (Juízes 16:17-18)
Eventualmente, Dalila descobriu qual era o seu preço, e o comprou. Ela o seduziu a dizer-lhe “tudo que estava em seu coração”, mesmo trabalhando ela a favor do inimigo-
“Descobriu-lhe todo o seu coração...”
QUE DESEJAM SEGUIDORES DUM LÍDER?
1. Desejam ver CARÁTER in seu líder.
2. Desejam ver COMPETÊNCIA em seu líder.
3. Desejam sentir COMPAIXÃO em ser líder
4. Desejam ver COMETIMENTO em seu líder
5. Desejam sentir CONEXÃO com seu líder
6. Desejam fazer uma CONTRIBUIÇÃO ao seu líder
7. Desejam ver CONTRIÇÃO em seu líder
8. Desejam detetar CONVICÇÕES em seu líder
9. Desejam juntar-se a uma CAUSA com seu líder
10. Desejam ver CONSISTÊNCIA em seu líder
11. Desejam ver CONFIANÇA em seu líder
12. Desejam sentir CORAGEM da oarte de seu líder
A LEI EM ESCRITURA...
“O bom siso te guardará e a inteligência te conservará.” (Provérbios 2:11)
“O meu procedimento esteve diante de vós desde a minha mocidade até ao dia de hoje. Eis-me aqui, testemunhai contra mim perante o Senhor e perante o seu ungido. De quem tomei o boi? De quem tomei o jumento? A quem defraudei? A quem oprimí? E das mãos de quem aceitei o suborno para encobrir os meus olhos? E vo-lo restituirei.” (I Samuel 12:2-3)
“Acolhei-nos em vosso coração; a ninguém tratamos com injustiça, a ninguém corrompemos, a ninguém exploramos” (II Coríntios 7:2)
23 de julho de 2008
LEI Nº. 5 - A LEI DE E. F. HUTTON
EXEMPLO: DANIEL
TEXTO: DANIEL 5 (PAULO – ATOS 27:9-11, 21-25, 30-44)
Durante toda a sua vida de jovem adulto, Daniel esteve do lado de fora—um judeu vivendo na Babilónia. Entretanto, cada um dos três reis o convidou a ir falar com eles acerca de assuntos futuros. Em cada vez, eles escutaram atentamente ao que Daniel dizia Finalmente, quando Daniel foi levado à presença do rei Belshazar, ele estava completamente do lado de fóra do círculo do poder. Na realidade, ele já não servia como “sábio” ou conselheiro no palácio. (Belshazar teve mesmo de ser lembrado de que Daniel existia!) Na passagem bíblica, o rei falou a Daniel como a um homem forte (v.13-16). O rei estava tão ansioso por escutar Daniel que lhe ofereceu uma recompensa. Daniel não estava interessado em recompensas. Seu motivo não era agradar a homens. Como o Apóstolo Paulo em Atos 27, Daniel foi um homem cujas palavras significavam algo, mesmo quando se achava como alguém do lado de fóra. (Paulo foi um prisioneiro num barco quando assumiu o comando do seu curso.) Quando Daniel falava, todo o mundo escutada.
OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...
Que Leva o Povo a Nos Escutar? Qualidades que Deram Peso às Palavras de Daniel:
1. Relacionamentos: Pessoas nos escutam por causa de quem conhecemos.
A reputação de Daniel é que ele conhecia o Deus de Israel. Isto causava posição favorável diante de reis. (Exemplo: Este relacionamento é a razão por que o povo escutava a Dwight Moody.)
2. Sacrifício: Pessoas nos escutam por causa do que temos sofrido.
Ele abriu mão do direito de comer a comida do rei. Ele viveu uma vida modelo através do que sofreu e sacrificou. (Exemplo: Sacrifício é a razão por que o povo escutava a Madre Teresa.
3. Caráter: Pessoas nos escutam por causa da nossa integridade.
Ele se achava sem culpa e digno de confiança, mesmo quando tinha de repreender reis. “Digno de
confiança significa sem culpa. (Exemplo: Integridade é a razão por que o povo escuta Billy Graham.)
4. Relevância: Pessoas nos escutam porque nos identificamos com suas necessidades.
Ele viveu com o povo da Babilónia e se identificou com suas lutas. Ele compreendia o seu estilo de vida. (Exemplo: Identificação é a razão por que o povo escutou Martin King, Jr.)
5. Discernimento: Pessoas nos escutam por causa do que sabemos.
Ele possuía sabedoria superior com sonhos e visões. Ele era a pessoa que os reis chamavam quando se achavam em confusão. (Exemplo: Conhecimento é a razão por que o povo escutou Albert Einstein)
6. Vulnerabilidade: Pessoas nos escutam porque somos genuinamente transparentes.
Sua vida era um livro aberto; ele não escondia coisa alguma. O que víamos era o que tínhamos. (Exemplo: Vulnerabilidade é a razão por que o povo escutava a Princesa Diana)
7. Experiência: Pessoas nos escutam porque tivemos sucesso no passado.
A credibilidade dele veio de anos de vida numa terra estrangeira—e de triunfar a despeito de adversidades. (Exemplo: Experiência e credibilidade são a razão por que o povo escutou Norman Schwarzkopf)
8. Humildade: Pessoas nos escutam quando incarnamos brandura.
Ele foi humilde e submisso às autoridades. Ele se ligava bem à gente porque nunca falou com pretensão. (Exemplo: Humildade genuína é a razão por que o povo escuta Elizabeth Dole)
9. Competência: Pessoas nos escutam por causa das nossas habilidades e especialidades.
Ele foi capaz de fazer algumas coisas melhor que qualquer outra pessoa. Ele tinha habilidades de forte procura. (Exemplo: Habilidade é a razão por que pessoas escutam Michael Jordan)
10. Coragem: Pessoas nos escutam quando demonstramos convicção.
Ele não era boneco de ninguém. Ele tinha convicções pelas quais estaria disposto a morrer.
(Exemplo: Convicção foi a razão por que o povo escutou Winston Churchill)
A LEI EM ESCRITURA...
“Os lábios do justo apascentam a muitos, mas por falta de senso morrem os tolos.” (Provérbios 10:21)
LEI Nº.4 - A LEI DA NAVEGAÇÃO
EXEMPLO: NEEMIAS
TEXTO: NEEMIAS 1-6
Neemias, o copeiro dum rei estrangeiro, de alguma forma descobriu a lei da navegação. Por anos, o muro que cercava Jerusalém se achava derrubado—mas com o líder acertado no comando, eles podiam (e foram!) reconstruídos em 52 dias. Logo que Neemias colocou os operários na posição apropriada, todos eles trabalharam com êxito até que a obra ficou concluída. Foi, porém, necessário um “navegador” para que eles trabalhassem com êxito como equipa. Sempre tinham existido muito operários. Mas eles precisavam dum líder para traçar o rumo. Zerubabel liderou o caminho para a restauração do templo de Jerusalém. Neemias fez o que qualquer grande líder faria. Ele viu a necessidade (o que outros podiam também ver), mas traçou então uma estratégia e recrutou uma equipa para a implementar. Completou a obra em tempo recorde.
· A NAVEGAÇÃO DE NEEMIAS PROGREDIU ATRAVÉS DESTES ESTÁGIOS:
1. Identificação com o problema (1:4)
O primeiro passo de Neemias foi inquirir acerca da condição dos judeus e do muro que cercava Jerusalém. Quando ele teve notícias de que o muro estava em ruínas e de que o nome de Deus era ridicularizado, chorou. Este copeiro estava se identificando com um problema a grande distância.
“Tendo eu ouvido estas palavras, assentei-me e chorei, e lamentei por alguns dias; e estive jejuando e orando perante o Deus dos céus.”
2. Intercessão pelo povo (1:5-11)
O seu passo seguinte foi pôr-se de joelhos e orar. Ele intercedeu pelo povo e pela necessidade ainda por ser satisfeita Ele não levaria àvante qualquer plano até que, primeiro, estivesse ligado a Deus, tendo-Lhe pedido Sua sabedoria e intervenção. Dando este passo, ele recebeu um plano.
“E disse: Ah! Senhor, Deus dos céus... estejam atentos os teus ouvidos e abertos os teus olhos, para acudires à oração do teu servo, que hoje faço à tua presença, dia e noite, pelos filhos de Israel...”
3. Interação com poderes (2:1-6)
Logo depois, Neemias se encontrou com parceiros chaves que podiam fazer que algo acontecesse. Encontrou-se com o rei e recebeu dele o compromisso de financiar a construção do muro. Ele também assegurou autorização de passagem a Jerusalém, como também para os recursos de que ali precisaria.
“E lhe respondi: Viva o rei para sempre! Como não me estaria triste o rosto se a cidade, onde estão os sepulcros de meus pais, está assolada... Se é do agrado do rei, e se o teu servo acha mercê em tua presença, peço-te que me envies a Judá... para que eu a reedifique...”
4. Investigando a propriedade (2:11-16)
No passo seguinte, ele considera bem o desafio que está enfrentando, quanto ao seu tamanho e feição. Neste ponto, ele determina o volume de operários de que necessitará, as qualificações que eles precisam ter e como é que ele os colocaria para terminarem o trabalho de forma mais eficiente.
“Cheguei a Jerusalém, onde estive três dias... De noite saí pela Porta do Vale...
e para a Porta do Monturo, e contemplei os muros...”
5. Impartação do propósito. (2:17-18)
Então, Neemias reuniu potenciais operários e lhes lançou a visão. Ele fe-los parte dum sentido de missão e compartilhou porque era importante restaurar os muros de Jerusalém. Eles captaram um raio das implicações espirituais do projeto e assim o abraçaram.
“Então lhes disse: Estais vendo a miséria em que estamos... e lhes declarei como a mão do Senhor estivera comigo, e também as palavras que o rei me falara... Então eles me disseram: Disponhamo-nos e edifiquemos.”
6. Implementação do plano (3:1-32)
Finalmente , ele dividiu apropriadamente os homens e as tarefas, pondo os homens a trabalhar em frente de suas próprias casas—onde o incentivo para um trabalho aprimorado seria maior. Ele implementou o mesmo plano que tinha traçado dois meses antes.
“Então se dispôs Eliasibe, o sumo sacerdote, com os sacerdotes seus irmãos, e reedificaram a Porta das Ovelhas... e junto a ele edificaram os homens de Jericó, também ao seu lado edificou Zacur, filho de Inri...”
· NEEMIAS UTILIZOU ESTES PRINCÍPIOS ENQUANTO NAVEGAVA:
1. O Princípio da Simplificação
Ele organizou os homens em grupos naturais: famílias.
2. O Princípio da Participação
Ele identificou e pôs-se em movimento com os que estavam prontos.
3. O Princípio da Delegação
Ele combinou de forma apropriada tarefas e trabalhadores.
4. O Princípio da Motivação
Ele pôs os trabalhadores em frente de suas respectivas casas.
5. O Princípio da Cooperação
Ele encorajou trabalho de equipa e desafio entre elas
6. O Princípio de Afirmação
Ele exerceu o poder da apreciação e do reconhecimento.
A LEI EM ESCRITURA...
“Sem visão, o povo se corrompe...” (Provérbios 29:18)
21 de julho de 2008
LEI Nº.3 - A LEI DO PROCESSO
EXEMPLO: JOSÉ
TEXTO: GÉNESIS 37-45
Como jovem, José teve um sonho divino. Deus lhe revelou que ele um dia teria um relevante papel de liderança. Até mesmo seus irmãos mais velhos se submeteriam a ele. Entretanto, anos de preparação foram requeridos para que ele estivesse pronto. Seu orgulho e imaturidade dos primeiros dias teriam de ser limados—à medida que ele se tornava um homem capaz de viver aqueles sonhos. José progrediu do poço da prisão ao palácio—representando para ele cada local um passo de crescimento no processo. Ele se estava transformando no líder que Deus planejara que ele fosse. Ele tinha trinta anos de idade quando se tornou assistente do Faraó. Pelo menos vinte e três anos se tinham passado entre o “poço” e o “palácio” quando seus irmãos foram ao Egito à busca de comida. Ele era um homem transformado. A preparação não tinha sido um evento, mas um processo. Ele tinha sido preparado numa panela de fogo brando, em ritmo lento, não num “micro-ondas”. Tinha sido uma maratona, não uma corrida “sprint”, de velocidade.
OBSERVAÇÕES ACERCA DA LEI...
· José precisava de tempo para amadurecer.
Quando Deus revelou Seus sonhos em relação a José, este era ainda muito jovem. Não há dúvida de que ele possuía dons de liderança, mas estes estavam em estado prematuro. Ele precisava de tempo e de experiência para amadurecer e sazonar como líder.
· José precisava ser testado e quebrado para resolver suas questões de orgulho.
José decidiu compartilhar com seus irmãos o sonho que Deus lhe deu—uma desisão que viria a ser prejudicial à sua saúde. Parece que ele tinha necessidade de ser testado e quebrado do orgulho. Deus conseguiu isso tirando-o da sua “posição de favorecido” e colocando-o na posição de escravo, no Egito.
· José sabia que auto-promoção jamais substitui promoção divina.
José aprendeu, eventualmente, que progresso verdadeiro só ocorre quando Deus está por detrás dele. Ele decidiu prestar trabalho fiel a Potifar, até se evidenciar que “Deus estava com ele”. Cada vez que isso acontecia, voltava a José a posição de favorecido. José esperava de Deus a promoção.
· José determinou dar valor a pessoas difíceis e a tratá-las como instrumentos divinos.
José teve sobejas oportunidades de se tornar amargo para com pessoas: seus irmãos, os traficantes de escravos, a esposa de Potifar, os presos libertos que o esqueceram na prisão. Em cada ocorência ele superou, vendo Deus na luta e considerando os ofensores como instrumentos.
· José sabia que Deus jamais o usaria até ele ser provado e quebrado.
Uma das razões porque José se tormou um líder no Egito foi que ele passara todos os testes a que a vida o sujeitara. Sua liderança tinha já sido provada quando ele se tormou o encarregado sob Faraó. Ele tinha suportado stress e calamidade, e da experiência ganhara a sabedoria necessária.
· José podia ver seu papel no plano de Deus (no Egito) por causa da lei do processo.
José sabia que Deus estava dirigindo a sua jornada rumo à liderança. Quando ele revelou sua identidade aos seus irmãos, disse: “O que vocês fizeram por mal, Deus o tornou em bem.” Ele viu o quadro maior e reconheceu que o processo era necessário para que ele se tornasse um líder efetivo.
JOSÉ ILUSTROU AS QUATRO FASES DE CRESCIMENTO DE LIDERANÇA:
FASE UM: Eu não sei o que eu não sei. (Génesis 37:1-11)
Quando José tinha apenas dezassete anos de idade, ele começou a receber mensagens de que era especial e de que Deus havia de usa-lo de forma extraordinária. Seu pai o favorecia e lhe deu uma capa, tendo ele então um sonho da sua liderança futura. Ele cometeu o erro de compartilhar esse sonho com seus irmãos. Eles não gostaram do sonho e começaram a resmungar contra José. Mas teria ele compreendido o que estava acontecendo? Ele não fazia idéia. Ele teve um segundo sonho e o compartilhou com a família inteira. Todos eles lutaram com a perturbação desse sonho, incluindo seu pai. José estava no caminho da preparação para a liderança, mas não tinha idéia do que ele mesmo não sabia. Ele estava fazendo e dizendo coisas sem compreender as questões humanas que ele estava encarando.
FASE DOIS: Eu sei o que não sei. (Génesis 37:1-11)
José encontrou-se, mais tarde, como escravo no Egito. Foi durante os primeiros poucos anos que ele passou à segunda fase de crescimento de liderança. Ele começou a ficar ciente do que ele não sabia. Deus estava com ele, e tudo quando ele fizera tinha sido bem sucedido. Foi nessa ocasião, porém, que ele foi traído por sesus colegas. A mulher de Potifar, o copeiro do rei e o padeiro, todos revelaram suas próprias cores—e José recebeu uma lição quanto à natureza humana, relacionamentos e liderança. Ele não podia compreender sua traição ou apatia. Ele questionou por que seus colegas da prisão poderiam ter esquecido o que lhe tinham prometido. Entretanto, ele entregou ao Senhor tudo isso, confiando que Deus usaria tudo para Sua glória. Ele amadureceu durante o tempo passado na prisão.
FASE TRÊS: Eu sei e eu cresço, e já começa a notar-se. (Génesis 41:14-37)
José entrou no terceiro estágio de crescimento de liderança quando tinha cerca de trinta anos de idade. Ele foi chamado por Faraó para interpretar um sonho do rei—e José o fez com perfeição. O sonho era sobre sete anos de fartura e sete anos de fome. José até compreendeu a aplicação e o tempo do sonho. Ele disse a Faraó o que devia fazer durante os sete anos de fartura, e que o rei precisava pôr um líder sábio e entendido a cargo da reserva de alimentos. José percebeu que pessoas de toda a parte da terra chegariam ao Egito para comprar comida para elas (41:57). Foi nessa altura que Faraó encarregou José de toda a comida, e ele começou a florescer numa sua posição de liderança.
FASE QUATRO: Eu simplesmente vou por causa do que eu conheço.
Nesta fase final, José já se achava a meio da sua vida. Ele operou baseando-se em anos de sabedoria de liderança e de experiência. Ele era íntimo de Deus e possuía uma perspetiva divina da vida. A sua liderança fluía livremente, como se fosse uma segunda natureza. Na realidade, enquanto distribuia comida a grupos de pessoas de todo o mundo, sua própria família veio para o ver—desconhecendo que ele tinha tudo a seu cargo. O sonho que José lhes contara quando ainda jovem, acabara de se realizar. Agora, os que tinham duvidado dele, que o tinham espancado fisicamente e que o venderam como escravo tinham necessidade de sua ajuda. Era sua oportunidade de vingança. Todos no Egito teriam percebido isso. Mas José escolheu perdoar e satisfazer a necessidade que eles tinham de pão. Porquê? Porque ele já não era simplesmente José o irmãozinho, mas José, o líder. Suas ações pareciam fluir de forma errada, mas ele fez o que era certo, mesmo que difícil. Sua perspectiva era divina: “Vós, na verdade , intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem, para fazer , como vedes agora, que se conserve muita gente em vida.”
A LEI EM ESCRITURA...
“Confia no Senhor e faze o bem; habita na terra e alimenta-te da verdade... descansa no Senhor e espera n’Ele. Não te irrites... porque os malfeitores serão exterminados, mas os que esperam no Senhor possuirão a terra ... O Senhor firma os passos do homem bom, e no seu caminho Ele se compraz.” (Salmo 37:3-9, 23)
“Enquanto durar a terra não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite.” (Génesis 8:22)
“...Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes e fortalecei os vossos corações, pois a vinda do Senhor está próxima... Irmãos, tomai por modelo no sofrimento e na paciência os profetas os quais falaram em nome do Senhor. Eis que temos por felizes os que perseveraram firmes. Tendes ouvido da paciência de Jó, e vistes que fim o Senhor lhe deu; porque o Senhor é cheio de terna misericórdia e compassivo.” (Tiago 5:7-11)
LEI Nº.2 - LEI DA INFLUÊNCIA
EXEMPLO: JOSUÉ
TEXTO: NÚMEROS 13-14
Josué e Calebe foram os únicos homens, dos doze espias que regressaram da Terra Prometida, a acreditar que os Israelitas podiam, na verdade, tomar a terra. Josué começou por incitar o povo a avançar, mas foi pena, ele não conseguiu influencia-los. Neste ponto da sua vida, Josué ainda não tinha chegado ao amadurecimento que alcança o lugar de influência. Embora ele estivesse certo, ele não podia persuadir o povo a segui-lo. Não olharam para ele—seguiram os outros dez espias. Seu êxito haveria de crescer, em proporção à liderança. Era necessário tempo para aprofundar sua influência. Ele tinha sido treinado por Moisés e, eventualmente, (após a morte de Moisés), ele veio a ser o líder natural que levou os Israelitas à Terra Prometida. Eles viriam mais tarde a segui-lo e a cada instrução que lhes deu (Josué 1:16-18)
OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...
· A influência de Josué cresceu por causa do seu relacionamento com Moisés. (Deut. 31:1-8,23)
Depois de Moisés o ter treinado, ele não só ficou mais polido quanto a habilidades—mas Josué foi recomendado ao povo como um líder. Moisés conferiu autoridade a Josué.
“Chamou Moisés a Josué, e lhe disse na presença de todo o Israel : Sê forte e corajoso; porque com este povo entrarás na terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a teus pais; e tu os farás herda-la.” (31:7)
· A influência de Josué cresceu por causa de tempo e maturidade. (Números 14, Josué 18)
Josué pronunciou as mesmas palavras, em Números 14, que disse em Josué 18. A diferença foi que estas palavras foram mais tarde ditas a uma nova geração—por um mais maturo Josué.
“Disse Josué aos filhos de Israel: Até quando sereis remissos em passardes para possuir a terra que o Senhor Deus de vossos pais vos deu? (18:3)
· A influência de Josué cresceu por causa do tempo oportuno. (Números 14, Josué 18)
Por vezes um líder tem pouca influência até chegado o momento em que os seguidores desejam ir a algum lugar. Foi só quando os judeus se cansaram de andar em círculos pelo deserto que eles acataram as palavras de Josué.
“E ntão responderam a Josué, dizendo: Tudo quanto nos ordenaste faremos, e aonde quer que nos enviares iremos...”
· A influência de Josué cresceu porque ele possuía paciência e integridade. (Josué 1:5-9)
Josué continuou a crescer pacientemente, mesmo depois do povo ter rejeitado a sua palavra, em Números 13. Ele demonstrou ter grande consistência e credibilidade, até que, finalmente, eles se acharam prontos a seguir.
“Ninguém te poderá resistir todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo... Tão somente sê forte e mui corajoso para teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem sucedido por onde quer que andares.” (1:5-7)
· A influência de Josué cresceu porque ele estava certo.
As palavras de Josué venceram a prova do tempo. Sua mensagem jamais mudou e, eventualmente, todos viram que ele estava certo.
“Passado muito tempo depois que o Senhor dera repouso a Israel de todos os seus inimigos em redor, e sendo Josué já velho e entrado em dias, chamou Josué a todo o Israel... e lhes disse: Já sou velho e entrado em dias; e vós já tendes visto tudo quanto fez o Senhor vosso Deus a todas estas gerações por causa de vós...” (23:1-3)
Mitos Acerca de Liderança e Influência...
1. Josué e o Mito de Administração
Líderes podem administrar, mas administradores não são líderes.
Mesmo como um dos espias que foram à Terra Prometida, Josué não foi meramente um administrador, mas um líder. Um administrador teria meramente cuidado das propriedades dos judeus na altura e distribuído o maná de forma equitativa. Mas Josué estava pronto a tomar novo território. Ele e Calebe estavam prontos a apresentar uma nova estratégia e a lançar uma visão de progresso.
2. Josué e o Mito do Empresário.
Líderes podem ser empresários, mas empresários não são necessariamente líderes.
Josué não era um empresário em curso livre, mas um líder. Ele não avançaria sem o povo, a despeito da frustração que tinham causado tanto ele como Moisés. Josué não foi o primeiro a conduzir o povo através do deserto, mas foi a pessoa que concluíu o trabalho.
3. Josué e o Mito de Pioneiro.
Líderes podem ser pioneiros, mas frequentemente pioneiros não são líderes.
Josué não foi o primeiro líder que Israel teve. Ele cresceu com um pioneiro, tendo sido treinado por Moisés. Ele, contudo, foi o líder de segunda geração que seguiu o pioneiro—e soube compreender a diferença. Ser o primeiro não significa que você levará consigo outros. Josué não foi o primeiro a conduzir o povo através do deserto, mas foi a pessoa que concluíu o trabalho.
4. Josué e o Mito do Conhecimento.
Líderes têm conhecimento, mas conhecimento não faz líderes.
Não há dúvida de que Josué possuía grande inteligência, mas sua liderança era movida pelo seu coração e não pela sua mente. A coragem de seu coração levou-o a tentar estratégias militares que desafiavam a lógica. A compaixão de seu coração permitiu-lhe continuar com um povo obstinado até que eles se convenceram de que podiam tomar cada segmento da terra prometida.
5. Josué e o Mito de Posição.
Líderes podem ocupar posições importantes, mas a posição não faz um líder.
Embora ele eventualmente tivesse recebido a autoridade de Moisés de ser o novo líder de Israel, Josué já estava liderando muito antes de chegar à posição. Ele fora escolhido como espia por causa da liderança que ele tinha demonstrado na sua tribo. Ele foi escolhido para comandante das forças militares israelitas por causa da liderança que ele demonstrou como soldado. E ele foi escolhido para ser líder da nação—por causa das qualidades que demonstrou possuir como subordinado de Moisés.
A LEI EM ESCRITURA...
“Vós sois o sal da terra... Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte... Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” (Mateus 5:13-16)
“Sede meus imitadores , como também eu sou de Cristo.” (I Coríntios 11:1)
“E assim, conhecendo o temor do Senhor, persuadimos aos homens...” (II Coríntios 5:11)
LEI Nº. 1 - A LEI DA TAMPA
EXEMPLO: SAUL E DAVI
Texto:II Samuel 5:6-23, 8:15-18
O Rei Saul tinha uma tampa na sua liderança que Davi não tinha. Saul nunca levou a monarquia para além dum julgado baseado em carisma. Ele foi um general mas não possuía um exército verdadeiramente estabelecido. Ele não tinha uma forma organizada de governo e qualquer meio de preservar os ganhos da sua liderança. Davi, por outro lado, era bem decidido quando se tornou rei. De forma bem metódica, Davi escolheu um centro estratégico para a nova capital (Jerusalém-que não tinha sido ainda ocupada por qualquer tribo de Israel. Era controlada por Jebusitas, II Samuel 5:6-16). Ele combateu o rival de Israel, os Filisteus, (II Samuel 5:17-23), trouxe ``a nova cidade capital a Arca do Concerto (II Samuel 6) e estabeleceu sua equipa de oficiais do governo, (II Samuel 8:15-18). Saul foi inferior a Davi tanto no carácter como na habilidade de liderança. Enquanto Saul era limitado por numerosas “tampas” na sua vida, Davi tirou “tampas” de si próprio e de outros que o cercavam. Torna-se claro que Davi foi bem sucedido por causa desta lei, e que Saul fracassou também por causa dela.
OBSERVAÇÕES QUANTO A ESTA LEI...
Tampas que limitaram Saul:
· Saul foi limitado pela tampa do medo. (I Samuel 10:21-22)
Ele começou seu reinado escondendo-se por entre a bagagem. Seu medo levaria mais tarde ao medo do seu próprio exército.
“E Saul, filho de Quis, foi indicado. Mas quando o procuraram, não podia ser encontrado.... Então...disse o Senhor: “Está aí escondido entre a bagagem.”
· Saul foi limitado pela lei da impaciência. (I Samuel 13:8-10)
Recusou esperar por Samuel, tomou as rédeas nas suas mãos e presumiu-se de Deus.
“Esperou Saul sete dias...não vindo porém Samuel, o povo se foi espalhando dali. Então disse Saul: Trazei-me aqui o holocausto e ofertas pacíficas. E ofereceu o holocausto.”
· Saul foi limitado pela tampa da influência. (I Samuel 13:11-12)
Ele foi incapaz de encorajar e inspirar suas tropas a ficarem até à chegada de Samuel.
“...não vindo porém Samuel, o povo se foi espalhando dali.”
· Saul foi limitado pela tampa de recursos. (I Samuel 13:22)
Literalmente, o exército de Saul ficou sem armas de guerra. Ele falhou não recrutando especialistas.
“Sucedeu que, no dia da peleja, não se achou nem espada, nem lança na mão de nenhum do povo que estava com Saul e Jônatas...”
· Saul foi limitado pela tampa da negação. (I Samuel 13:13-14)
Samuel disse a Saul que ele tinha sido rejeitado como rei, mas ele continuou como se tudo estivesse bem.
“Então disse Samuel a Saul: Procedeste nesciamente em não guardar o mandamento que o Senhor teu Deus te ordenou... Já agora não subsistirá o teu reino. O Senhor buscou para si um homem que lhe agrada, e já lhe ordenou que seja príncipe sobre o seu povo...”
· Saul foi limitado pela tampa da sua impulsividade. (I Samuel 14:43-44)
Ele impulsivamente fez um juramento que quase ia custando a vida de seu filho. Ele era verbalmente descontrolado.
“Disse então Saul a Jônatas: Declara-me o que fizeste. E Jônatas lhe disse: Tão somente provei um pouco de mel com a ponta da vara que tinha na mão...Então disse Saul: Deus me faça o que bem lhe aprouver; é certo que morrerás, Jônatas.”
· Saul foi limitado pela tampa do orgulho. (I Samuel 15:12)
Ele estabeleceu um monumento em sua própria honra. Começou a pensar em termos exagerados a respeito de si próprio.
“Chegou Saul ao Carmelo e eis que levantou para si um monumento...”
· Saul foi limitado pela tampa da desobediência. (I Samuel 15:17-19)
Ele desobedeceu às instruções de destruir completamente os Amalaquitas. Depois, justificou-se por tudo.
“Por que, pois, não atentaste à voz do Senhor, mas te lançaste ao despojo, e fizeste o que era mal aos olhos do Senhor? Então disse Saul a Samuel: Pelo contrário, dei ouvido à voz do Senhor...”
· Saul foi limitado pela tampa do ciúme. (I Samuel 18:8-9)
Ficou enraivecido quando o povo o comparou a Davi. Seus olhos ciumentos cravaram-se em David.
“(Saul) se indignou muito , pois estas palavras lhe desagradaram em extremo; e disse: Dez milhares deram a Davi, e a mim somente milhares...”
· Saul foi limitado pela tampa da raiva. (I Samuel 18:10-.11)
Ele tentou matar Davi com sua lança, enqunto Davi tocava harpa para ele no palácio.
“Saul, porém, trazia na mão uma lança que arrojou, dizendo: Encravarei a Davi na parede...”
· Saul foi limitado pela tampa do engano. (I Samuel 18:21-29)
Ofereceu a Davi sua própria filha como engodo, esperando que ele morresse na batalha.
“Disse Saul: Eu lha darei, para que lhe sirva de laço, e para que a mão dos filisteus venha a ser contra ele...”
Eventualmente, a lei da tampa resultou na queda de Saul. Quando ele nada fez para se tornar um líder saudável e efetivo, Saul foi levado a compensar suas deficiências. Ele era volátil, emocional, descontrolado, subjetivo e irracional.
Tampas que Davi Levantou...
· Primeiro, ele levantou a tampa por si próprio. (I Samuel 17:34-37)
(Preparou-se para Golias, levantando sua própria tampa de liderança ao enfrentar um leão e um urso.)
“...O Senhor me livrou das garras do leão e das do urso; ele me livrará da mão deste filisteu.”
· Davi levantou a tampa para outros. (I Samuel 17:51-53)
(Ele capacitou o exército israelita a alcançar uma vitória “impossível” sobre os Filisteus.)
“Correu Davi e lançando-se sobre o filisteu... e o matou, cortando-lhe a cabeça... Então os homens de Israel e Judá se levantaram, e jubilaram, e perseguiram os filisteus até Gate e até ás portas de Ecrom...”
· Davi levantou a tampa de toda a nação. (I Samuel 18:5-7)
(Ele acabou por levantar a fé da Nação inteira e a levou a crer que ela podia fazer qualquer coisa.)
“Saía Davi aonde quer que Saul o enviava... e Saul o pôs sobre tropas do seu exército, e era benquisto de todo o povo...”
· David levantou a tampa antes de ter posição oficial. (I Samuel 17:37)
(Ele não esperou até ser rei para fazer crescer e praticar a liderança; ele começou quando ainda um pastor.)
“O Senhor que me livrou das garras do leão e das do urso, ele me livrará da mão deste filisteu...”
· Davi sentiu que outros tentaram por nele suas tampas. (I Samuel 16:11, 17:28, 17:33-39)
Saul e seus próprios irmãos o desencorajaram; nem mesmo seu pai quis mostra-lo a Samuel.)
“Então Saul disse a Davi: Contra o filisteu não poderás ir para pelejar com ele; pois tu és ainda moço...”
· Davi tinha um levanta-tampa em Jônatas. (I Samuel 18:1-3)
(O único levanta-tampa que ele teve desde o princípio foi Jônatas—que acreditou nele completamente.)
“A alma de Jônatas se ligou com a de Davi; e Jônatas o amou como à sua própria alma... Jônatas e Davi fizeram uma aliança; porque Jônatas o amava ...”
· O povo reconhecia a diferença entre a tampa de Saul e a de Davi. (I Samuel 18:7)
(Davi era reconhecido como lider e guerreiro superior a Saul—isso era óbvio a todos.)
“As mulheres se alegravam e cantavam: Saul feriu os seus milhares, porém Davi os seus dez milhares.”
A LEI NAS ESCRITURAS...
“Escolheu Moisés homens capazes, de todo o Israel, e os constituíu por cabeças sobre o povo: chefes de mil, chefes de cem, chefes de cinquenta e chefes de dez. Estes julgaram o povo em todo tempo; a causa grave trouxeram a Moisés, e toda causa simples julgaram eles.” (Êxodo 18:25-26)
19 de julho de 2008
17 de julho de 2008
As 21 Leis Irrefutáveis da Liderança
Como é do conhecimento de quase todo o mundo um dos homens que tem impactado a vida de muitos líderes é John Maxwell. Ele tem vários best-sellers. Tenho nestes dias lido um dos mais lindo livros que ele já escreveu. É o Livro de Ouro da Liderança, publicado no Brasil por Thomas Nelson Brasil. Neste livro Maxwell destaca as principais ações de um líder, e garante que os ensinamentos sobre liderança podem ser aprendidos por qualquer pessoa.15 de julho de 2008
PENSAMENTOS QUE EDIFICAM...
"Deus está requerendo de nós, cristãos, seus filhos, uma vida diferente e um testemunho de transformação..." (Internet)
"A graça humilha um homem sem inferiorizá-lo e exalta-o sem inchá-lo." Charles Hodge
"Você pode pregar um sermão melhor com as suas atitudes do que com os seus lábios" Oliver Goldsmith
"Os insultos são os argumentos empregados por aqueles que estão errados." Rousseau
"Um sorriso ao fazer uma crítica pode fazer a diferença entre o ressentimento e a mudança." Philip Steinmetz
"Quando estou zangado comigo mesmo, critico os outros." Ed. Howe
"As palavras são mais poderosas do que talvez qualquer um suspeite e, uma vez gravadas bem fundo na mente da criança, não são facilmente arrancadas." Mary Sarton
"Ninguém jamais estará habilitado a falar de Deus aos homens, sem que antes tenha aprendido a falar dos homens a Deus." John Knox
"Deus trabalha de dentro para fora. O mundo trabalha de fora para dentro. O mundo tira as pessoas das favelas. Cristo tira as favelas de dentro das pessoas e depois tira as pessoas das favelas. O mundo molda os homens mudando seus ambientes. Cristo muda os homens, que então mudam seus ambientes. O mundo modela o comportamento humano, mas Cristo é capaz de mudar a natureza humana." Ezra Taft Benson
"De todas as coisas concedidas pela sabedoria, nenhuma é maior ou melhor do que a amizade." - Pietro Aretino
"O mais forte é aquele que tem poder sobre si mesmo." - Sêneca
1- Dê tempo aos seus filhos.
2- Seja bom exemplo para eles.
3- Proporcione aos seus filhos ideais de vida.
4- Tenha muitas atividades planejadas.
5- Discipline seus filhos.
6 - Ensine-lhes sobre Deus.
14 de julho de 2008
POR QUÊ E COM QUEM NAMORAR
- O primeiro texto é II Coríntios 6:14-15
- O segundo texto é Salmos 119:9
- O terceiro texto é Eclesiastes 3:5.
- O quarto texto é Lamentações 3:27-29.
- E o quinto é II Timóteo 2:22
Cada cultura desenvolveu seu próprio modo de namorar e noivar. Porém na maioria delas, possa dizer que o grande propósito do namoro é: OFERECER UMA CHANCE PARA QUE UM JOVEM E UMA JOVEM SE CONHEÇAM E DESENVOLVAM UMA AMIZADE, UM COMPANHEIRISMO.
PARA QUE PRECISO DE TEMPO?
· Saber se é paciente e não perde a calma com facilidade.
· Saber como reage às fraquezas.
· Saber como age quando sua vontade não é satisfeita.
· Saber como reage aos problemas que a vida traz.
· Saber como reage à autoridade dos pais.
· Saber se é preguiçoso ou ativo.
· Saber se é briguento, possessivo, ciumento, honesto.
· Saber o que pensa sobre Deus.
MELHOR IDADE PARA NAMORAR
Um namoro prematuro traz vários perigos, entre eles a dificuldade em controlar os impulsos sexuais.
MEU CONSELHO: Procure desenvolver e ter atitudes amadurecidas do que em ter pressa de “ficar” com alguém. Desenvolva boas amizades, passeie, converse com pessoas interessantes. Amplie e enriqueça seu universo. Use e abuse da boa leitura e viva a vida.
CARÍCIAS
Hoje em dia é muito fácil sermos influenciados por uma novela, um filme, revistas pornográficas, out-doors e até por uma conversa picante entre amigos. Tudo isto pode desencadear, num namoro entre um homem e uma mulher, a explosão dos desejos contidos (até então controlados).
CONCLUSÃO: Para que você esteja em paz com o mundo e você mesmo, estabeleça algumas prioridades da sua vida.
1. Uma vida realizada e feliz começa com Deus. - Jo. 3:16; Jo. 10:10
2. O homem é pecador e o seu pecado o separa de Deus. Pecado é não ser o que Ele quer que sejamos e não fazer o que Ele quer que façamos. - Rom. 3:23; Is. 53:3; 59:1-2.
3. As tentativas humanas para chegar até Deus por suas próprias forças, são totalmente insuficientes e ineficazes. Não é possível uma pessoa, por seu merecimento e esforço, ganhar a salvação. Ef. 2:8-9.
4. Deus nos ama e deu seu filho Jesus para que pudéssemos conhecer Seu amor e plano, construindo uma ponte, com formato de uma cruz sobre o abismo que nos separava dele. Rom. 5:8; I Pe. 3:18.
5. Você precisa entregar sua vida a Cristo. Este é o fato mais importante da sua vida.
7 de julho de 2008
FORMAÇÃO E AVALIAÇÃO DE PASTORES
Atuo como Reitor do Seminário Teológico Nazareno do Brasil e secretário da Junta de Credenciais Ministeriais do nosso distrito. Como vêem estou intimamamente ligado com o que diz respeito à formação de pastores bem como a avaliação destes para serem licenciados e ordenados na Igreja do Nazareno. O ministro de Cristo em todas as coisas deve servir de modelo ao rebanho—na pontualidade, na prudência, na diligência e no zelo; “...na pureza, no saber, paciência e bondade; no Espírito Santo, no amor não fingido, na palavra da verdade, no poder de Deus; pelas armas da justiça, quer ofensivas, quer defensivas” (II Coríntios 6:6-7).
O ministro do evangelho na Igreja do Nazareno deve ter paz com Deus mediante nosso Senhor Jesus Cristo, e ser inteiramente santificado pelo batismo com o Espírito Santo. O ministro deve sentir profundamente o facto de que almas por quem Cristo morreu estão a perecer, e que ele ou ela é chamado por Deus para lhes proclamar ou fazer conhecidas as boas novas de salvação.
O ministro, semelhantemente, deve ter profunda compreensão da necessidade dos crentes prosseguirem até à perfeição, desenvolvendo as virtudes cristãs na vida prática, para que seu “amor aumente mais e mais, em pleno conhecimento e toda a percepção” (Fil. 1:9). A pessoa que ministre na Igreja do Nazareno deve possuir elevado apreço tanto pela salvação como pela ética cristã.
O ministro deve possuir dons, bem como graças para o trabalho. Ele ou ela deve sentir sede de conhecimento, especialmente da Palavra de Deus; deve ter bom senso e boa compreensão; pontos de vista claros sobre o plano da redenção e salvação, conforme revelado nas Escrituras. Santos serão edificados e pecadores serão convertidos mediante o seu ministério. Além disso, o ministro do evangelho na Igreja do Nazareno deve ser um exemplo na oração.
O ministro deverá responder a oportunidades de ser mentor de futuros ministros e de estimular a chamada ao ministério daqueles que têm óbvios dons e graças para ministérios ou que estejam ouvindo a chamada de Deus para o ministério cristão.
Assim sendo, tenho me preocupado com a formação e avaliação deste no que diz respeito a ministério. Vejo hoje muitos pastores neófitos. Muitos que não sabem relacionar-se com sua liderança. Muitos que estão solitários no seu trabalho. E sofrem por não participar do conceito de corpo de Cristo. Logo eles começam a entrar em esgotamento ministerial e a tendência é deixar o ministério. Não porque não têm chamado. Mas por falta de algumas coisas essenciais tais como: Mentor, estrututuras funcionais, falta comunhão com outros colegas, falta de recursos, etc.
A seguir quero oferecer aos colegas algumas perguntas que devemos responder para que estejamos atentos na formação e avaliação desta nova geração de pastores. As perguntas não está de em ordem de importância. Mas creio que nos ajudarão a refletir um pouco.
Estas perguntas foram extraidas de um artigo que li da Revista Fé para Hoje da Editora Fiel sobre PERGUNTAS PARA UM CANDIDATO A PASTOR - Autores Elliff e Don Whitney
2. O que significa para alguém amar a Deus? De que maneiras você percebe o verdadeiro amor bíblico para com Deus manifestado em sua própria vida? Você percebe o verdadeiro amor bíblico para com Deus na vida de sua esposa e de seus filhos?
3. O que a sua esposa sente a respeito de seu compromisso com o pastorado? E como os seus filhos reagem?
4. Por que você acredita que Deus o quer no pastorado?
5. Examine cuidadosamente cada uma das qualificações bíblicas para pastores e diáconos (1 Tm 3; Tt 1.5-9; At 6.1-6; 1 Pe 5.1-4). Quais são as suas qualificações mais fortes? Com quais dessas qualificações você tem mais dificuldade? Por que você acredita que essas áreas de dificuldade não o desqualificam para o ministério? (Observe a expressão “é necessário” — 1 Tm 3.2.)
6. Um pastor é encarregado por Deus a pregar para a igreja e a pastorear as pessoas de maneira individual. Que aspecto do ministério apela mais a você? De que maneiras específicas você poderia ser auxiliado a desenvolver suas habilidades nessas duas áreas?
7. Quais são os seus métodos de envolver-se nas vidas das pessoas, enquanto as pastoreia e vela por suas almas?
8. Que atividades caracterizam seu interesse evangelístico? Como você lida com o assunto do evangelismo pessoal e do coletivo?
9. O que você pensa a respeito do aconselhamento? Como você administra a abundante necessidade de aconselhamento?
10. Quais são as suas práticas costumeiras e específicas a respeito de disciplina espiritual (ou seja, oração, estudo bíblico, meditação, mordomia, etc.)?
11. Como você descreve um pastor bem-sucedido e uma igreja bem sucedida?
12. Em que bases o pastor pode ser considerado uma pessoa responsável? Que relacionamentos de sua vida fornecem senso de responsabilidade por suas atitudes e comportamento, tanto em sua vida pessoal como em seu ministério pastoral?
13. Quais são os seus autores, teólogos e comentaristas evangélicos favoritos? Por quê? Que livros você leu recentemente?
14. Descreva uma ocasião em que você fez tentativas de reformar a igreja em alguma área importante. Quais foram os resultados? O que isto custou para você mesmo?
15. Descreva seu estilo de liderança. Quais têm sido alguns de seus pontos fracos e de seus pontos fortes?
16. Quando você enfrentou oposição, isso ocorreu na maior parte das vezes por causa de seu estilo de liderança, de sua personalidade, de suas crenças ou de alguma outra coisa?
17. De acordo com sua observação, que doutrinas precisam de ênfase especial em nossos dias?
18. O que é o verdadeiro arrependimento bíblico?
19. O que é a verdadeira fé bíblica?
20. Explique a justificação pela fé. Qual a diferença entre o ponto de vista do Catolicismo Romano e o ponto de vista bíblico a respeito da justificação pela fé?
21. Explique seu ponto de vista a respeito da santificação. Quais são os vários meios que Deus usa para santificar o crente?
22. Uma pessoa pode ter Cristo como seu Salvador e não estar em sujeição a Ele como Senhor? Explique.
23. Qual a sua posição a respeito da inerrância das Escrituras?
24. Explique a expressão bíblica “Batismo do Espírito”. Quando ocorre esse batismo?
25. Quais são as suas opiniões sobre o batismo em água?
26. De que maneira a Bíblia relaciona a soberania de Deus à salvação?
27. O que a Bíblia ensina a respeito da extensão da depravação do homem?
28. O que a obra de expiação consumada por Cristo realizou em favor dos crentes?
29. O que a Bíblia ensina a respeito da perseverança e da preservação dos crentes?
30. Qual é a utilização correta da lei do Antigo Testamento?
31. Como você articula sua opinião a respeito dos assuntos escatológicos e dos finais dos tempos?
32. Você crê que Jesus nasceu de uma virgem? Qual a importância desta sua crença?
33. Qual a sua interpretação dos ensinos bíblicos sobre o inferno?
34. Você acredita que os acontecimentos descritos em Gênesis 1 a 11 são verdadeiros ou simbólicos?
35. O que a Bíblia ensina em referência aos dons espirituais? Descreva sua opinião a respeito de profecias e falar em línguas.
36. O que você pensa sobre o divórcio e o novo casamento? Você segue estritamente esses pensamentos em sua prática?
37. Qual a sua opinião sobre a frase “é necessário, portanto, que o bispo [pastor] seja... esposo de uma só mulher” (1 Tm 3.2)?
38. Quais são as suas exigências para realizar uma cerimônia de casamento?
39. Explique suas opiniões sobre a disciplina da igreja. Relate alguma experiência pessoal.
40. Como você lidaria com um caso de escândalo ou imoralidade praticado por um membro da igreja?
41. O que você pensa a respeito do aborto?
42. Muitas crianças que pareciam ter sido convertidas na infância não demonstram mais tarde qualquer evidência de conhecerem a Cristo. Como você lida com crianças quando elas o procuram, para aconselharem-se a respeito da conversão?
43. Qual é um método útil para receber novos membros na igreja? Quais são os requisitos para isso?
44. Qual a sua opinião sobre os estilos de música da igreja?
45. Quem deve conduzir a adoração na igreja? Por quê? Que métodos de liderar a adoração corporativa são apropriados? Quais são impróprios?
46. O que a Bíblia diz sobre o propósito das reuniões semanais da igreja?
47. Qual o seu ponto de vista a respeito do levantamento de recursos monetários para os vários projetos da igreja? A igreja deveria pedir dinheiro a pessoas que não pertencem à sua membresia?
48. Quais as suas convicções sobre dívidas na igreja local?
49. O que a Bíblia ensina sobre mulheres no ministério pastoral?
50. O que a Bíblia ensina a respeito de como a igreja deve tomar suas decisões?
51. Como um pastor e sua igreja devem se relacionar com outras igrejas locais e (se filiada a uma denominação) no âmbito mais amplo? Você se sente tranqüilo em cooperar com outras denominações? Você estabelece algumas diretrizes?
52. Quais são as responsabilidades bíblicas dos presbíteros? Existem distinções entre presbíteros, pastores e bispos?
53. Quais são as responsabilidades bíblicas dos diáconos? Como devem se relacionar os diáconos e os pastores?
54. Que ênfase você atribui à liderança dos pais em suas famílias, especialmente no que diz respeito à adoração familiar. Você se envolve pessoalmente na adoração familiar, juntamente com sua esposa e filhos?
55. Qual a sua visão missionária para a igreja? De que maneira você está demonstrando interesse e envolvimento em missões?
Para ser um ministro bom e fiel, um pastor não tem de fornecer uma resposta completa e imediata para todas essas perguntas. Em algumas dessas perguntas, será aceitável se ele apenas disser: “Eu não sei”; ou: “Ainda não tenho a minha opinião completamente desenvolvida sobre este assunto”.
Entretanto, acautelem-se de um pastor que parece estar evitando apresentar respostas claras. Certamente, em algumas dessas perguntas, ele achará necessário definir termos e esclarecer sua resposta. Sigam em frente cautelosamente, até que ele torne sua opinião tão clara quanto possível.
Se necessário, podem ser feitas outras perguntas sobre assuntos como o Movimento de Crescimento de Igreja, educação familiar, maçonaria, o Movimento Nova Era, atividade política na igreja, relacionamento com outros ministérios ou movimentos evangélicos, etc. Perguntas sobre outros assuntos doutrinários de grande importância devem ser feitas, se necessário (por exemplo, a divindade de Cristo, a aceitação da Trindade, etc.).
Minha oração é que o Senhor nos ajude a fazer de tal forma nosso trabalho que erremos o mínimo possível no que tange esta formação e avaliação de novos pastores e dos que estão no ministério.
Geraldo
UM MINISTÉRIO VIVO
Volto esta semana com a disposição de a cada dia trazer algo novo para vocês. Passei uma semana maravilhosa (a passada). Quando estive ministrando juntamente com minha esposa no Retiro de Pastores do Distrito Nordeste Paulista. Foi simplesmente especial tempo em Caraguatatuba no litoral norte Paulista.
Prá começar conhecir um pastor batista, professor do Seminário Biblico Palavra da Vida que me impactou. Ele nos fez conhecer detalhes da Segunda Carta a Timóteo que para mim jamais havia conhecido. Que tremendo. Saí daquele encontro com o desejo e compromisso de estudar mais a Bíblia. Que riqueza!!! E com sua forma simples e didática ele nos fez "entrar" no ambiente em que Paulo e Timóteo vivia. Melhor nos fez ver a realidade da época é muitissimo similar a que estamos vivendo.
Posso afirma sem medo de errar que o apóstolo Paulo ainda fala ao homem do sec. XXI de forma a levar-nos a viver de tal forma que tenhamos um ministério vivo. Um ministério disposto a incumbir-se a VIVER COMO CRISTO VIVEU. Mais, a viver o Evangelho de forma encarnacional sem pretensões a não ser a de glorificar o nome do Senhor.
Colegas, quero desafiá-los a que tirem tempo para estudar a Biblia. Leiam mais! Meditem mais! Orem mais! Procurem a cumprir o chamado que Deus deu a cada um de vocês - equipar os santos para o ministério. Nada mais!!!
Se assim fizermos, com certeza teremos um ministério vivo e Deus será exaltado acima de todo nome.
Muitas Graça e Paz nesta semana especial.
Geraldo
2 de julho de 2008
CONSTATAÇÃO LAMENTÁVEL

CONSTATAÇÃO LAMENTÁVEL
Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos pais. E com o esforço de abolir os abusos do passado,
somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história. O grave é que estamos lidando com crianças mais "espertas", ousadas, agressivas e poderosas do que nunca.
Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro.
Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos. Os últimos que tiveram medo dos pais e os primeiros que temem os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos. E o que é pior, os últimos que respeitaram os pais e os primeiros que aceitam que os filhos lhes faltem com o respeito.
Na medida em que o permissivo substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical, para o bem e para o mal. Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam as suas ordens e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais. Mas, na medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, e, ainda que pouco, os respeitem.
E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E, além disso, os patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer, os papéis se inverteram, e agora são os pais quem têm de agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado. Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para serem os melhores amigos e "tudo dar" a seus filhos.
Dizem que os extremos se atraem. Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles. Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão. Se o autoritarismo suplanta, a permissividade sufoca.
Apenas uma atitude firme e respeitosa lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, os carregando e rendidos à sua vontade. É assim que evitaremos o afogamento das novas gerações no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
Os limites abrigam o indivíduo, com amor ilimitado e profundo respeito.
"Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos".
Mônica Monasterio
Quem caminha descalço não deve semear espinhos
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- SER PURO: É POSSÍVEL?
- CAMPINAS - A PRINCESA DO OESTE
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