O adversário tem se especializado em três áreas: ruído, pressa e multidões. Em curto prazo, a pressa pode até causar certa excitação agradável, e é por isso que muita gente deixa as coisas para depois, pra última hora, mas os efeitos em longo prazo podem ser devastadores. O desgaste provocado por um organismo numa velocidade acima do natural durante muito tempo, sem o devido descanso, pode ser desastroso para a saúde. Carl Jung, famoso psicólogo, diagnosticou a doença da pressa e afirmou categórico: “A pressa não é do diabo; a pressa é o diabo”.
Não é à toa que cada vez mais vemos surgir novos nomes de doenças relacionadas ao mesmo problema: Doença da Pressa, Síndrome do Pensamento Acelerado, Hiperatividade, etc.
Não é à toa que cada vez mais vemos surgir novos nomes de doenças relacionadas ao mesmo problema: Doença da Pressa, Síndrome do Pensamento Acelerado, Hiperatividade, etc.
Todos os mestres nos convocam para rompermos a fronteira do Espírito através do habito da Meditação. Embora possa soar estranho aos nossos ouvidos hoje, devemos nos envolver sem receio, como aprendizes na escola que o autor chama de “oração contemplativa”.
A bíblia emprega duas palavras hebraicas para transmitir a idéia de meditação, que juntas são usadas 58 vezes na escritura. Estas duas palavras possuem diversos significados diferentes: ouvir a palavra de Deus, refletir nos feitos de Deus, relembrar os atos divinos, ponderar sobre a lei de Deus, entre outros. Em cada caso, a ênfase está na mudança de comportamento como resultado do encontro com o Deus vivo. Arrependimento e obediência são traços essenciais de qualquer conceito bíblico de meditação. O salmista registrou: “Como eu amo a tua lei! Medito nela o dia inteiro... Afasto os pés de todo caminho mau para obedecer à tua palavra... Não me afasto das tuas ordenanças, pois tu mesmo me ensinas”. (Salmos 119:97, 101, 102)
Numa definição simples, a meditação cristã é a capacidade de ouvir a voz de Deus e obedecer à sua palavra.
Apesar das diversas hesitações e desculpas, Moisés aprendeu a ouvir a voz de Deus e a obedecer à sua orientação assim como o sacerdote Elias o qual ajudou o jovem Samuel a reconhecer a voz do Senhor. Elias passou boa parte de um dia e de uma noite numa região despovoada aprendendo a discernir a voz de Deus no “murmúrio de uma brisa suave” (1 Reis 19:9-18).


